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"A Itália não nos vai subestimar, mas já não tem o Totti nem o Del Piero. Tem qualidade, mas é uma qualidade diferente da Itália de outros tempos", afirmou o goleador de 40 anos em conferência de imprensa.
"Cabe-nos mostrar a nossa qualidade, jogamos em casa, com o apoio dos nossos adeptos (...) A Itália pode sofrer muito contra nós", considerou Dzeko, que marcou frente ao País de Gales na sexta-feira (1-1 a.p., 4-2 nas grandes penalidades) o seu 73.º golo em 147 internacionalizações.

O antigo avançado da Roma, do Inter e da Fiorentina, que descreveu a Itália como "o seu segundo país", comentou a polémica gerada pela reação dos jogadores italianos, com o seu antigo colega Federico Dimarco à cabeça, que pareceram aliviados por defrontar a Bósnia em vez do País de Gales.
"O Dimarco escreveu-me a dizer que não quis ofender-nos. Respondi-lhe que não havia qualquer problema. Foi uma reação normal, eu próprio teria ficado satisfeito por não jogar contra a Itália, mas hoje em dia, com as redes sociais, tudo ganha outra dimensão", acrescentou o avançado do Schalke 04, da segunda divisão alemã.
"Mas o que isto mostra é que os italianos tinham receio de defrontar os galeses. E se a Itália, que é uma nação incrível do futebol, com os seus quatro títulos mundiais, tem medo de jogar contra o País de Gales, algo não está bem", observou.
Por sua vez, o selecionador da Bósnia Sergej Barbarez garantiu que os seus jogadores "não devem ter medo da Itália", ausente das duas últimas edições do Mundial.

"Se estivermos em vantagem, vamos estacionar o autocarro à frente da nossa baliza. Se estivermos em desvantagem, vamos restabelecer a igualdade", avisou.
A única presença da Bósnia num Mundial foi em 2014.
