“A intensidade hoje é equilibrada em todo o mundo. Precisamos ser muito intensos, manter essa vontade e aproveitar o que Colômbia tem para oferecer com bola, com a velocidade dos nossos jogadores nos momentos decisivos, sendo o mais eficientes possível”, afirmou Ospina, em Bogotá.
A Colômbia já trabalha na capital com um grupo inicial de dez jogadores, incluindo o jogador do Benfica Richard Ríos, o ex-FC Porto James Rodríguez e o ex-Sporting Santiago Arias.

Na Europa representou Arsenal, Nápoles e Nice, e foi companheiro do internacional português Cristiano Ronaldo no Al Nassr, na Arábia Saudita, entre 2022 e 2024, adversário que agora poderá defrontar. Aos 37 anos, chega ao estágio após o último jogo pelo Atlético Nacional, no qual recebeu uma despedida emotiva.
"Tive a oportunidade de jogar com ele e percebe-se a magnitude do que o Cristiano representa, o que conquistou, o que significou para o futebol em geral. Mas agora estamos a defender o nosso país. Sabemos que vai ser um jogo muito complexo, muito complicado, porque (Portugal) tem excelentes jogadores, por isso esperamos sair-nos muito bem”, assegurou o guarda-redes.
Sem definir o futuro, disse que só depois do Mundial analisará propostas. O torneio que decorrerá nos Estados Unidos, no Canadá e no México, entre 11 de junho e 19 de julho, será o seu terceiro Mundial, depois de 2014 e 2018.
No Mundial-2026, a Colômbia, que vai contar ainda com o avançado do Sporting Luis Suárez, vai defrontar Portugal na terceira e última jornada do Grupo K, em 27 de junho, em Miami.
Antes, mede forças com o estreante Uzbequistão, em 17 de junho, na Cidade do México, e com a RD Congo, em 23 de junho, em Zapopan, também em solo mexicano.
