A pressão política e mediática foi imensa. Durante a reunião com os representantes federais, Gravina reuniu-se com os presidentes das ligas da Serie A, Serie B e Lega Pro, bem como com representantes da AIC e da AIAC, para comunicar a sua decisão final. Nessa ocasião, o agora ex-presidente da FIGC anunciou a demissão, pondo assim fim ao seu mandato e abrindo oficialmente um novo capítulo na gestão do futebol italiano.
A reunião do Conselho Federal marcada para a próxima semana não será realizada: as eleições para os novos cargos decorrerão em Roma, no dia 22 de junho.
Gravina, de 72 anos, liderava a FIGC desde outubro de 2018.
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A Itália, tetracampeã mundial e bicampeã europeia, mas ausente do Mundial em 2018 e 2022, também não marcará presença na próxima edição do Campeonato do Mundo, depois de ter sido derrotada na terça-feira na final do play-off europeu frente à Bósnia-Herzegovina (1-1, 4-1 nas grandes penalidades).
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