Recorde as incidências do encontro
Os noruegueses pareceram longe do nível apresentado na qualificação para esta competição, onde terminaram com oito vitórias em oito jogos e o estatuto de melhor ataque da zona europeia (37 golos).

Apesar do regresso de Erling Haaland, que tinha descansado na semana passada na derrota da Noruega frente aos Países Baixos (2-1), os jogadores de Stale Solbakken mostraram-se ineficazes perante a baliza.
Alexander Sorloth, pouco confortável numa posição de extremo, ele que é habitualmente ponta-de-lança do Atlético de Madrid, dispôs de oportunidades para inaugurar o marcador, mas não conseguiu dar força ao remate (60') nem acertar com a baliza (68').
Do lado suíço, o selecionador Murat Yakin aproveitou o encontro para dar minutos a vários jogadores, realizando sete substituições ao intervalo, o que permitiu à Nati regressar dos balneários com mais vontade.
Sem grande ajuda do relvado lento e degradado do Ullevaal Stadion de Oslo, os suíços somam o segundo jogo consecutivo sem vencer, depois da derrota na passada sexta-feira frente à Alemanha (4-3). Esta noite, vão estar atentos à final do play-off entre a Bósnia-Herzegovina e a Itália, que vai definir o seu último adversário no Mundial-2026, no grupo B, juntamente com o Catar e o Canadá.
A Noruega será vista como a equipa a evitar no Mundial organizado nos Estados Unidos, no Canadá e no México, estando inserida no grupo I com a França, o Senegal e o Iraque ou a Bolívia, que se defrontam na madrugada de terça para quarta-feira.

