"É inadmissível haver tais declarações. Estamos totalmente solidários com ele. É preciso continuar a lutar contra o racismo", explicou o jogador do Bayern. "Os jogadores de França não apoiam as declarações feitas sobre ele, esperamos que seja feita justiça", afirmou por sua vez o guarda-redes dos Bleus Robin Risser.
Após a derrota do Paraguai frente à França no sábado, nos oitavos de final do Mundial, graças a um golo de Mbappé de grande penalidade (1-0), a senadora paraguaia Celeste Amarilla atacou violentamente a estrela dos Bleus.
"Esse idiota nem sequer aprendeu a escrever. Em vez de mamar leite materno, mamava cocos, e os seres mais instruídos que alguma vez ouviu foram chimpanzés", escreveu no X a deputada da oposição no Senado paraguaio, provocando a indignação do número 10 francês e um escândalo mundial.
Foi aberta uma investigação em Paris após estas declarações racistas, por injúria pública e incitamento público ao ódio ou à violência, na sequência de uma queixa apresentada pela Federação Francesa de Futebol (FFF) recebida pelo polo nacional de combate ao ódio online na terça-feira.
