O defesa-central, bicampeão da Liga dos Campeões pelo Paris Saint-Germain ao vencer o Arsenal na final no sábado, vai disputar na América do Norte 2026 o seu terceiro Mundial, depois de ter estado na Rússia-2018 e no Catar-2022, em que o Brasil foi eliminado nos quartos de final.
"Nós sabemos a dor que é não vencer um Mundial, ser eliminado" e isso deve servir como "experiência" neste torneio, disse Marquinhos, numa referência aos jogadores mais experientes como ele, Neymar e Casemiro.
A seleção não conquista o título mundial desde a Coreia do Sul e Japão 2002, quando ergueu o seu quinto troféu.
"Vivo este momento cada vez mais como se fosse o meu último jogo, o meu último Mundial, a minha última oportunidade de conquistar títulos", afirmou.
O selecionador do Brasil, o italiano Carlo Ancelotti, confirmou Marquinhos como o capitão da equipa.
Marcar primeiro é fundamental
Para o defesa-central, Ancelotti, que está há um ano no cargo, deve ser a "figura principal" do Brasil e organizar as diferentes "filosofias de clube" dos jogadores.
Sobre as condições de jogo na América do Norte 2026, alertou para as temperaturas elevadas.
Referiu que "a equipa que começa a ganhar tem uma vantagem muito grande, porque correr atrás do resultado com calor e sol é um desgaste ainda maior".

A Canarinha estreia-se a 13 de junho no Mundial-2026 frente a Marrocos, no Grupo C, que conta ainda com a Escócia e o Haiti.
Antes disso, vai disputar no sábado o último particular frente ao Egito.
