Pochettino pede aos jogadores norte-americanos para jogarem "sem pressão" em casa

Pochettino em dezembro passado
Pochettino em dezembro passadoKEVIN DIETSCH / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / GETTY IMAGES VIA AFP

O selecionador dos Estados Unidos da América, Mauricio Pochettino, pediu esta sexta-feira aos seus jogadores para atuarem "sem pressão" com o aproximar do Mundial, coorganizado com o México e o Canadá (11 de junho - 19 de julho).

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O conceituado estratega argentino falou em conferência de imprensa na véspera de um particular, sábado, frente à Bélgica, em Atlanta (Geórgia), pedindo aos seus jogadores que sigam o exemplo das ligas profissionais NFL (futebol americano) ou NBA (basquetebol).

"Jogam de forma sem pressão (nessas ligas), procuram ao mesmo tempo ser eficazes e proporcionar espetáculo", referiu Pochettino, que acredita que "quando estão livres, conseguem ser eficazes, não precisam de sentir pressão".

A pressão aumenta à medida que se aproxima a competição para os Estados Unidos, cuja melhor prestação no sector masculino foi uma meia-final em 1930 e, mais recentemente, uns quartos de final em 2002. Beneficiando do estatuto de cabeças de série, vão integrar um grupo D teoricamente acessível, com o Paraguai, a Austrália e o vencedor do play-off entre o Kosovo e a Turquia.

Pochettino explicou o quanto ele próprio sentiu a pressão juntamente com os seus colegas argentinos em 2002, quando eram apontados como favoritos mas acabaram eliminados de forma dececionante logo na fase de grupos.

"Estou aqui porque acredito que podemos vencer" a competição, garantiu ainda.

Uma das estrelas da seleção, o avançado do AC Milan Christian Pulisic, admitiu que "a pressão existe no Mundial. Independentemente do meu papel na equipa, estou habituado."

Depois da Bélgica, os Estados Unidos defrontarão o Portugal em Atlanta, na terça-feira, também em jogo particular.

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