Ricardo Horta: “Estar no Mundial-2026 é um objetivo pessoal”

Ricardo Horta falou aos jornalistas
Ricardo Horta falou aos jornalistasMiguel A. Lopes/LUSA

Ricardo Horta foi o porta-voz da Seleção Nacional no primeiro dia da concentração dos convocados de Roberto Martínez para os particulares com o México e Estados Unidos da América, de preparação para o Mundial-2026.

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Regresso à Seleção Nacional: “Confesso que já tinha saudades de pisar este espaço, de voltar a estas instalações, de estar com a equipa. Vejo esta chamada como sinal de que estou a fazer bem o meu trabalho, com responsabilidade e muito orgulho”.

Mundial-2026: “Eu vou fazer por isso. Tal como após essa não chamada para o Euro-2024 continuei a trabalhar e fazer o meu melhor para voltar a este espaço. Voltei passados dois, três anos, é uma ambição estar novamente num Mundial com a seleção, um objetivo pessoal e é para isso que vou trabalhar no clube para estar na convocatória final.”

Liga Europa pelo SC Braga ou Mundial por Portugal: “Se uma delas acontecer já é muito bom. Não vou responder para não comprometer nada. Seria um orgulho vencer a Liga Europa com o SC Braga, mas ganhar um Mundial com o nosso país era inigualável. Se metermos por percentagem, meto 60% no Mundial”.

Elogios de Roberto Martínez: “É sempre bom ouvir elogios do selecionador. Também concordo que é a minha melhor fase na temporada. É com muito apreço que oiço os elogiso e concordo com eles”.

México: “Ainda não falámos do adversário, certamente iremos falar sobre isso, mas a expectativa é de fazer um bom jogo, ver como são as condições climatéricas e vai ser para isso”.

Estrangeiro: “É algo relacionado com o clube não vou estar aqui a responder, prefiro falar sobre a seleção”.

Pressão para o Mundial-2026: “Não há pressão, mas responsabilidade. Estamos num lote de 27 convocados é porque algo de bom fizemos. Tenho feito épocas consistentes, números bons nos clubes que me levam estar a aqui e é um objetivo pessoal mostrar ao treinador que pretendo estar na convocatória final”.

Mágoa por ficar de fora: “Não sinto mágoa, temos uma seleção recheada de qualidade, somos uma das melhores do mundo, mas dentro do campo é que se mostra isso. Temos grandes individualidades, sei que há muita qualidade, que o selecionador deve ter muitas dores de cabeça quando faz a convocatória. Tenho de fazer o meu trabalho para estar neste lote restrito. Portugal tem uma seleção recheada de talento e experiência, que pode ir longe. Tive a sorte de estar em 2022, acho que ficou algo por fazer e neste Mundial pode estar feito”.

Os números de Ricardo Horta
Os números de Ricardo HortaFlashscore

Paulinho: “Não falei com ele, mas estou muito satisfeito e feliz pela chamada do Paulinho.”

Pensou que já não dava: “Sempre acreditei que podia ser chamado, se as coisas correrem bem e o meu desempenho individual for bom, acho que posso entrar neste lote. Estou aqui e quero demonstrar neste espaço o que tenho vindo a fazer no clube”.

FC Porto justo campeão: “Foi um bom jogo, tive a oportunidade de dar os parabéns ao FC Porto pela vitória, quero centrar-me na seleção”.

Conversa com Roberto Martínez: “Ainda não tive conversa com treinador, sei que me foi observar no jogo da Liga Europa, mas certamente que vamos falar”.

Momento de forma: “Estou mais velho, mais experiente. Acho que não estou em melhor momento do que no Mundial-2022. A carreira é assim, com altos e baixos, mas acho que neste momento, tal como no último Mundial, é um momento bom da minha carreira que estou a mostrar o meu futebol ao mais alto nível e qualquer chamada é justa”.

O que dá à Seleção: “Gosto de jogar perto da baliza, contribuo com golos e assistências. Penso mais no coletivo que na individualidade. Sou competitivo, gosto de ajudar a equipa e é isso que podem contar comigo e esperar de mim”.

Liga das Nações: “Festejei. Estava no Algarve e festejei com eles. Quando não estou convocado sou português, um adepto, quero sempre que a Seleção ganhe”.

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