Rúben Neves lembra Diogo Jota e garante: "A nossa convicção é voltar só depois do dia 19 de julho"

Rúben Neves durante o jogo com o Estados Unidos da América
Rúben Neves durante o jogo com o Estados Unidos da AméricaFPF

O médio do Al Hilal foi o porta-voz de Portugal no primeiro dia da concentração para o Mundial-2026. Viagem para os Estados Unidos da América acontece a 12 de junho, depois dos jogos com o Chile (6 de junho) e Nigéria (10 de junho)

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Diogo Jota: “Já falámos muito sobre isso e dizemos sempre o mesmo. Às vezes é preciso agarrar algo para ir buscar uma força extra nos momentos mais difíceis, inevitáveis nestas competições, e esse vai ser um dos aspetos que nos pode fazer chegar onde queremos chegar”.

Pressão: “Todos os jogadores estão habituados a este tipo de pressão, jogam em grandes equipas, tivemos quatro a ganhar a Champions pela segunda vez. Somos uma grupos jovem, mas experiente. É uma pressão positiva, sabemos que temos qualidade e podemos chegar a grandes conquistas por Portugal”.

Polivalência: “É uma mais-valia para qualquer jogador poder fazer duas ou mais posições. Fiz muitos minutos como central, devido a algumas lesões, não seria a primeira vez que o faria na seleção. Sou médio, mas estou preparado para ajudar a seleção com o que for necessário”.

Samu Costa: “Já teve connosco antes, é uma mais-valia para a seleção, como todos os que aqui estão. Cada um a dar o melhor”

Objetivo pessoal: “O título é o grande objetivo, de todos os jogadores. É difícil falar de um individual, estamos focados no que podemos ganhar como país. Melhor marcador não vou ser de certeza (risos)”.

Os números de Rúben Neves
Os números de Rúben NevesFlashscore

Penálti na Liga das Nações: “Foi dos golos mais importantes da minha carreira, por isso se voltar a acontecer neste mundial que seja da mesma forma, para passar a próxima fase ou vencer a competição. Mas preferia ganhar nos noventa minutos, e não nos penáltis”.

Final: “Vamos começar desde hoje a preparar o Mundial da melhor maneira possível. A nossa convicção é voltar só depois do dia 19 (final). Temos de ter expectativa, mas responsabilidade. É uma competição difícil, com muitos fatores em jogo, mas a nossa seleção tem o objetivo de chegar à final e vencer. A nossa convicção é voltar só depois do 19 e com o título”.

Al Hilal: “Considero que as épocas são positivas, temos de ficar com as coisas boas que fizemos e melhorar os aspetos negativos. Toda as épocas são boas para aprendizagem e servem para ganhar experiência. Conseguimos um título, estivemos na luta pelo campeonato até ao final. Fiz muitos minutos, estou numa das melhores fases da carreira, chego confiante”.

Golos: “É sempre bom quando conseguimos ajudar a equipa com golos, assistências, ser influentes. Esta época correu bem nesse aspecto e é algo que se puder trazer para a seleção será benéfico. Espero dar continuidade a essa veia goleadora no Mundial”.

Diferenças como central ou médio: “Como central vejo o jogo de frente, tenho uma visão mais abrangente. Como médio jogo de costas e tenho de ter a capacidade de ver o que se passa antes de receber, é a mais-valia dos grandes médios. Estou confortável com as duas situações, depende do movimento coletivo da equipa. Quando baixo, os laterais sobem, quando baixo é para dar mais espaço ao central. Farei qualquer uma das situações”.

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