Acompanhe as incidências do encontro
Iraque e Bolívia disputam na terça-feira, em Monterrei (México), um dos últimos lugares para o Mundial, coorganizado pelos Estados Unidos, México e Canadá (11 de junho - 19 de julho).
A Bolívia não marca presença no grande palco internacional desde a última edição realizada nos Estados Unidos, em 1994.
"Não vemos isto como um peso, mas sim como um privilégio, uma motivação extra para termos aquele algo mais que nos permitirá levar a Bolívia ao Mundial. É o sonho de todos nós e, com o trabalho de todo o grupo, vamos consegui-lo", garantiu na segunda-feira Miguelito, à margem do último treino.

Miguelito, com 21 anos, é o rosto da nova geração boliviana, depois de ter terminado como segundo melhor marcador das qualificações sul-americanas, com 7 golos, apenas atrás de Lionel Messi (8).
O médio ofensivo do Santos, no Brasil, é exemplo da aposta da federação em rejuvenescimento do plantel, com um plano a dez anos. Quando já pensavam que a qualificação estava perdida após um mau arranque, a nomeação do selecionador Oscar Villegas, em julho de 2024, relançou a equipa, que está agora a um jogo do Mundial.
"É um momento muito bonito para o país. Queremos dar alegria a todos", acrescentou Miguelito perante cerca de sessenta jornalistas compatriotas.
"A pressão estará sempre presente", admitiu, "mas também estamos a trabalhar o aspeto mental para que isso não jogue contra nós. Esperamos pelo jogo com ansiedade".
