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Após o triunfo de 2024, quando um muito jovem Francesco Camarda, com quatro golos, conduziu a Itália à vitória em solo albanês, a seleção italiana sub-17 volta agora a tentar a sua sorte no torneio que decorre na Estónia. O duelo deste domingo, frente à Bélgica, terá Christian Lupo e Federico Croci a entrarem em campo com grandes expectativas sobre os seus ombros de jovens promessas.
Se os italianos continuam na luta pelo troféu, grande parte do mérito deve-se às mãos do guarda-redes e aos pés do avançado. Dois protagonistas com características distintas, mas que mostraram conseguir fazer a diferença em momentos de enorme pressão. Serão precisamente eles a origem e o fim da espinha dorsal da equipa tricolor que vai tentar conquistar o triunfo na Le Coq Arena.
Muralha e artilheiro
O guarda-redes do Lecce foi decisivo na meia-final frente à Espanha: no tempo regulamentar defendeu o penálti de Christian Imga, mantendo a Itália viva num momento muito delicado. Depois, quando o jogo avançou para a inevitável lotaria dos onze metros, elevou ainda mais o nível da sua exibição ao defender mais dois penáltis, tornando-se o herói da noite ao somar três grandes penalidades defendidas nos noventa minutos, mais a série final.
Do outro lado está Federico Croci, menos vistoso mas igualmente decisivo. Frente à Espanha foi ele quem desbloqueou a meia-final, conquistando e convertendo com frieza o penálti que colocou os jovens de Franceschini em vantagem pouco antes do intervalo. O avançado de 15 anos da Fiorentina é um dos jogadores mais jovens do torneio, mas está a demonstrar uma maturidade impressionante, tendo em conta que muitas vezes enfrenta adversários dois anos mais velhos. O verdadeiro teste, para ele e para todos os italianos, será na final em Taline.
