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“A qualificação é o que nos guia, neste momento, e é preciso confirmá-la. Nós temos sido muito competentes, mas primeiro está a qualificação. Se chegarmos, como queremos e estou convicto que faremos, ao Europeu, então seremos uma equipa que quer muito ganhar. Mas primeiro temos de lá chegar, só depois pensaremos no Europeu com mais exatidão”, apontou.
Luís Freire suportou esta ideia relembrando o empate da bicampeã Inglaterra frente a Andorra (1-1), o quarto lugar dos Países Baixos e o segundo de Alemanha e Itália, nos seus respetivos grupos, equipas que considera “supercandidatas”.
O selecionador nacional salientou as dificuldades que a equipa escocesa representa, mas afirmou que Portugal estará preparado para “criar problemas em todos os momentos” do jogo.
“Temos uma forma de jogar muito própria e importa-nos mais a nossa equipa e a nossa identidade e que os jogadores percebam bem como queremos jogar. A Escócia vai pôr-nos problemas que o Azerbaijão não colocou, mas vamos estar preparados. Sabemos o que fazer como equipa para criar problemas em todos os momentos à Escócia”, afirmou o técnico de 40 anos.
Portugal é a única equipa que ainda não sofreu qualquer golo nesta fase de apuramento para o Campeonato da Europa de 2027, algo que Luís Freire considerou ser fruto do “trabalho coletivo”.
“A baliza a zeros é consequência do trabalho coletivo. Queremos jogar desde o guarda-redes e defender desde o avançado. Temos de ter essa mentalidade de ser uma equipa em todos os momentos. Temos sido uma verdadeira equipa, solidária defensivamente e constantes a atacar. Isso é o que queremos: atacar e conceder pouco ao adversário”, rematou.
O técnico nacional salientou, ainda, o número de jogadores que se estrearam no escalão, referindo que é um objetivo “ter um grupo alargado que permita a esta geração desenvolver-se no futebol português”.
O médio Diego Rodrigues salientou que cabe à equipa “continuar o que tem feito”, referindo a vontade da seleção de “marcar muitos golos, não sofrer e alcançar os três pontos” frente à Escócia, apontando o que Portugal espera do adversário.
“Acredito que será um jogo mais físico e direto por parte da Escócia. Mas cabe-nos continuar o que temos feito até agora e é neste registo que queremos continuar: marcar muitos golos, não sofrer e alcançar os três pontos”, disse o jogador.
Questionado sobre o jogo na Escócia, no qual se estreou, Diego Rodrigues referiu que “tão cedo” não esquecerá esse momento, destacando a vitória de Portugal na partida.
“Foi o meu primeiro jogo (na Escócia), tão cedo não irei esquecer. Foi a estreia, ganhámos, fizemos um bom jogo e espero que amanhã se volte a repetir: vencermos e fazermos um bom jogo”, apontou.

A seleção lusa de sub-21 defronta a Escócia esta terça-feira, às 19:30, no Estádio António Coimbra da Mota, no Estoril, num encontro que fecha esta paragem internacional, depois da vitória no Azerbaijão (4-0), com arbitragem do macedónio Igor Stojchevski.
Portugal é líder do Grupo B da fase de apuramento, com 16 pontos, mais cinco do que a República Checa e que a Escócia, segunda e terceira classificadas, respetivamente, com 11, tendo a equipa escocesa um jogo a mais.
