Recorde as incidências da partida
Após o triunfo rubro-negro sobre o Vasco (1-0), para o Carioca, Filipe Luís esclareceu as razões da demora do acordo, válido até o fim de 2027, que se arrastou mais do que o esperado, e disse que ficou magoado por ter sido chamado de "mercenário".
“Queria ficar e o Flamengo queria que eu ficasse. Pelo que entendi, os adeptos também queriam. O interesse estava aí. Não somos pessoas fáceis. Eu não sou uma pessoa fácil, o Bap não é, o Boto não é, e os empresários também não são. Isso leva tempo. Mas nesse processo todo, saiu da linha. O que eu escutei e li realmente deixou-me muito triste", afirmou o jovem técnico.
“Os treinadores e jogadores que querem tomar decisões não podem ser mercenários ou chutados pela porta dos fundos. Não podem ter essas duas saídas. Primeiro tem que esperar acabar e as pessoas declararem o que aconteceu. Esse pré-julgamento magoou-me e deixou-me muito triste com tudo o que aconteceu. Mas acredito que foi o melhor para todos", acrescentou.
“Estou onde queria estar, como sempre falei. Estou muito feliz por estar mais uma vez sentado nessa cadeira colocando tudo que fiz em jogo até agora. Com novos desafios e energia renovada", concluiu Filipe Luís.
Regresso dos profissionais
Filipe Luís também comentou a decisão de antecipar o regresso dos jogadores profissionais, após a péssima campanha da equipa sub-20 no Estadual.
“Os interesses da instituição estão sempre acima de qualquer planeamento. O clube entendeu que era o melhor, nós temos sempre que seguir o melhor para o clube", explicou o treinador.

O Flamengo abortou o planeamento de utilizar os jogadores da equipa sub-20 no Carioca, depois de ter caído para o último lugar da classificação.
“Uma decisão onde todos tomámos todos, assumimos todos os riscos e bola para frente", acrescentou o técnico.
