Nápoles e PSG: "Tomamos sempre decisões em nosso próprio benefício. Quando se muda de equipa, é difícil adaptar-se, mas estou a tentar fazer um bom trabalho na minha equipa para chegar à seleção nacional."
Remate de longe: "É uma alternativa quando uma equipa se fecha. Não conheço a abordagem do Chipre, mas se eu jogar e puder rematar, vou tentar rematar."
Ostracismo de Luis Enrique: "Os treinadores tomam as suas decisões. Ele tomou a decisão de não me chamar e eu respeitei-a."
Confiança do treinador: "É verdade que ele me dá confiança e liberdade, por isso sinto-me muito confortável e tranquilo em campo. Ele sempre confiou em mim desde as selecções jovens e é importante para mim estar aqui. Gosto de ter liberdade para me movimentar pelo campo e ter a opção de rematar ou passar.
Diferença com Luis Enrique: "Cada treinador tem a sua forma de ver o jogo e a sua filosofia. Tento devolver a De la Fuente toda a confiança que ele me dá".
Sergio Ramos: "Desejo-lhe as maiores felicidades. É um amigo. Se vier para a seleção, recebê-lo-emos de braços abertos, mas a decisão é do treinador".
A seleção nacional para se afirmar: "Trabalho todos os dias no meu clube para poder chegar à seleção nacional. É verdade que não estou a ter todos os minutos que quero, mas estou a trabalhar para jogar mais. O futebol de Luis Enrique é de posse de bola e estamos a construir uma equipa".
Apoio dos adeptos: "Espero ver o campo cheio em Granada e que possamos fazer uma boa exibição e conquistar os três pontos. Terei também o apoio da minha família e dos meus amigos".
