Ucrânia grata à UEFA por abandonar a reintegração das seleções juvenis russas

Publicidade
Publicidade
Publicidade
Mais
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Ucrânia grata à UEFA por abandonar a reintegração das seleções juvenis russas
Futebol continua ao lado da Ucrânia no conflito armado com a Rússia
Futebol continua ao lado da Ucrânia no conflito armado com a Rússia
EPA
A Ucrânia manifestou-se esta terça-feira “agradecida” depois de a UEFA ter abandonado o seu plano de reintegrar as equipas jovens de futebol russas nas suas competições, regozijando-se por a sua posição ter sido ouvida.

A UEFA não permitirá a participação de equipas sub-17 russas. Agradecemos aos nossos parceiros europeus pelo seu apoio à Ucrânia”, saudou a Federação Ucraniana de Futebol (UAF), num comunicado publicado no seu sítio na Internet.

A nota da Ucrânia surge após a decisão da UEFA de manter a Rússia impedida de competir nos jogos de apuramento para o Europeu de futebol sub-17, a realizar este mês.

O organismo de futebol europeu tinha anunciado há duas semanas o regresso dos escalões jovens masculinos e femininos, numa medida que atenuava a proibição dos clubes e seleções da Rússia competirem sob a alçada da UEFA, face à invasão da Ucrânia.

Esse anúncio levou a uma divisão no comité executivo da UEFA, com 12 das 55 federações-membro a deixarem claro que continuariam a não competir em jogos em que participassem as seleções russas.

Em nova reunião hoje do seu comité executivo, a UEFA explica que o ponto de agenda foi retirado, por “não ter sido possível encontrar uma solução técnica que permitisse a competição das seleções russas”.

Antes, o Comité tinha pedido à UEFA uma solução que permitisse a reintegração das equipas russas de sub-17 (tanto femininas como masculinas), mesmo quando os sorteios já tivessem sido realizados.

As crianças não devem ser punidas por ações cuja responsabilidade cabe exclusivamente aos adultos e (a UEFA) está firmemente convencida de que o futebol nunca deve desistir de enviar mensagens de paz e de esperança. É particularmente lamentável que, devido à persistência do conflito, uma geração de menores seja privada do seu direito de competir no futebol internacional”, assinalou então o organismo.