Álvaro Arbeloa: "Posso morrer tranquilo depois de uma noite como a de hoje"

Álvaro Arbeloa, treinador do Real Madrid
Álvaro Arbeloa, treinador do Real MadridReuters

Álvaro Arbeloa, treinador do Real Madrid, mostrou-se satisfeito após o 4-1 frente ao Elche. “O que aconteceu este sábado tem muito mérito. Contra um adversário muito incómodo pelo que exige, pela forma como joga. O esforço dos jogadores foi enorme. Estou muito agradecido pelo que muitos deles estão a fazer. Pelo empenho e pela vontade que demonstram. E pela vitória", afirmou.

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Álvaro Arbeloa expressou a sua satisfação por ter alinhado com cinco jogadores formados no clube.

"Acredito que posso morrer tranquilo depois de uma noite como esta. Para alguém que foi jogador da formação e chegou à equipa principal após muitos anos na cantera... Olha, estava a conversar agora com Yáñez e Aguado, que foram os primeiros jogadores que treinei quando tinham 13-14 anos, e poder dar-lhes a oportunidade de jogar no Bernabéu é um sonho realizado para mim", afirmou.

Sobre o grande golo de Arda Güler, não poupou elogios: “É preciso trazer uma moldura e colocar o lance num quadro. É algo insólito. Maravilhoso. Vi todos a levarem as mãos à cabeça, eu também. Vale a pena ter pago um bilhete, ou dois ou três, só para ver o que ele fez”.

Elogios a Valverde

O treinador do Real Madrid voltou a elogiar o papel de Fede Valverde: "Sim, sim, a continuar assim vai ser o Hugo Sánchez também. É uma autêntica loucura o que está a fazer, com essa liberdade que está a ter. Está a ser uma experiência fantástica viver o dia a dia com ele. Ver-lhe liderar o grupo pelo exemplo. Parabéns e que continue assim”.

E, naturalmente, já pensa no Manchester City: "Sim. Vai ser muito complicado; vão levar-nos ao limite e teremos de sofrer. Temos uma boa vantagem, mas não podemos pensar nisso. Temos a experiência de outros anos e sabemos que, quando aceleram, passam por cima de qualquer equipa. Temos de dar tudo, estar igualmente concentrados e entrar para ganhar o jogo, porque se não, vamos sofrer muito”.