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Além disso, é importante ter em conta que esse quinto lugar pode também dar acesso à principal competição europeia.
A luta pelo terceiro posto, ainda que honorífico, pode servir de motivação, já que o Villarreal tem apenas mais um ponto, somando 58. No entanto, ninguém ignora que o Atleti tem na terça-feira um dos compromissos mais importantes dos últimos anos.
Depois de vencer por 2-0 no Camp Nou, com golos de Julián Álvarez e Sorloth, falta agora confirmar o apuramento na segunda mão dos quartos de final frente ao Barcelona, no Metropolitano.
Apesar de Simeone não abdicar do lema “jogo a jogo”, todos percebem que a equipa está muito perto de alcançar as meias-finais da Champions e poderá fazer várias alterações no onze, a pensar no desafio de terça-feira, que poderá colocar o clube a dois passos da grande final de Budapeste, a quarta da sua história, depois das finais perdidas frente ao Bayern (1974) e ao Real Madrid (2014 e 2016).
Sevilha azarado frente ao Atleti
Pela frente está o Sevilha, uma equipa que até há pouco tempo discutia com o Atleti o estatuto de terceiro grande do futebol espanhol, tendo conquistado sete Ligas Europa, contra três dos colchoneros. Contudo, os andaluzes chegam a este encontro em plena crise, ocupando a 17.ª posição com 31 pontos, apenas dois acima da zona de descida, que é ocupada pelo Elche.
Num duelo de grande rivalidade, o Sevilha continua sem encontrar a fórmula para superar o Atleti, já que nos últimos nove confrontos perdeu sete, empatou um e venceu outro.
No jogo da primeira volta, o Atleti venceu de forma convincente (3-0) no Metropolitano, com golos de Julián Álvarez, Thiago Almada e Griezmann. Na época passada, 4-3 para os rojiblancos em Madrid e 2-1 em Sevilha. O último triunfo dos sevilhanos remonta à temporada 2023-2024 em Nervión, com golo de Isaac Romero (1-0). Antes disso, dois 1-0 (um na Taça e outro na Liga) e um 6-1 desfavoráveis ao Sevilha no Metropolitano, 2-0 para o Atleti na capital andaluza e 1-1 em Madrid.
