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Chegou a estar a sete pontos do Real Madrid (embora com menos um jogo) e neste momento já leva 14 pontos de vantagem sobre o seu eterno rival, quando restam apenas nove por disputar.
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Apesar de na Europa não ter conseguido lutar pela Champions, o nível dos comandados de Hansi Flick em Espanha foi absolutamente notável e inquestionável. E isto apesar de ter tido de lidar com ausências importantes em várias fases da competição. Mas a sua superioridade foi tão evidente, sobretudo nos últimos três meses – não perdeu desde a visita ao Girona a 16 de fevereiro –, que até superou os seus próprios registos da época anterior.
O Barça iniciou a temporada como líder ao vencer o Maiorca por 3-0. Resistiu à pressão dos merengues, que triunfaram nos seis primeiros jogos, e voltou ao topo na 7.ª jornada, a 26 de setembro, com um ponto de vantagem.
Outubro trouxe a primeira crise blaugrana, com duas derrotas, a última das quais no clássico disputado no Bernabéu, que deixou a equipa a cinco pontos dos então pupilos de Xabi Alonso após 11 jogos realizados (25 contra 30 pontos).
No entanto, novembro viu o seu principal adversário fraquejar e o Barça aproveitou para recuperar o comando da classificação (34 pontos contra 33, na 14.ª jornada) e mantê-lo até ao final da primeira volta, sagrando-se campeão de inverno com 49 pontos, contra 45 dos madridistas.
Depois de regressar da Arábia Saudita com o título da Supertaça no bolso – conquistado pelo segundo ano consecutivo frente ao Real Madrid –, a LaLiga tornou-se indigesta para o Barça com o 'efeito Arbeloa'.
A chegada do novo treinador ao Real Madrid mudou o rumo dos acontecimentos e os culés perderam a liderança privilegiada na 24.ª jornada, a meio de fevereiro, após uma derrota por 2-1 diante do Girona. Mas a partir daí, só vitórias, uma atrás da outra. Assim, apenas uma semana depois, conseguiram recuperar-se, retomaram aquilo que consideravam seu, o primeiro lugar, e não fizeram mais do que aumentar a diferença com 10 triunfos consecutivos, sentenciando a corrida pelo título quando ainda faltavam quatro jornadas por disputar.
É o seu 29.º título de campeão da Liga e o segundo consecutivo na era Flick.

