Depois de alguns meses muito produtivos emprestado ao Lyon, Endrick (19) está pronto para regressar ao Real Madrid, onde vai reencontrar colegas que já conhece bem e com quem mantém uma relação realmente boa.
Sobre dois deles foi questionado durante a sua concentração com o Brasil para disputar o Mundial do México, Canadá e Estados Unidos 2026, Jude Bellingham e Trent Alexander-Arnold, e o jovem ponta-de-lança fez uma confissão divertida sobre o seu dia a dia com eles.
Na verdade, os futebolistas ingleses apoiaram-no muito nos seus piores momentos, embora a comunicação seja algo complicada: "O Bellingham liga-me todos os dias. Quando estava mal, pegava em mim e conversávamos. Ajudou-me muito. O Trent também. São jogadores muito próximos. Tento aprender com eles, também inglês, mas é impossível entendê-los", contou.
"Aprendo o meu inglês com o Jude e o Trent, mas o Trent é difícil, porque o Trent é de Liverpool, não é? É difícil entendê-lo, mas... Aprendo com o Jude, com o Trent, com o Rudi (Rüdiger) também. O Jude é de Birmingham, é difícil entendê-lo, mas tento. Agora já consigo perceber melhor o Jude e o Trent e falar com ambos", acrescentou.
Agradecido pelo empréstimo
Por outro lado, comentou a sua decisão de ir para França: "Não foi difícil ir para o Lyon. No fim, Deus disse-me que tinha de ir e fui. Não tive medo, foi uma das melhores decisões da minha vida. Precisava de jogar. Consegui somar golos, assistências e jogar muitos minutos", afirmou.
Na verdade, esses meses permitiram-lhe ser convocado para disputar o seu primeiro Mundial: "Jogar um Mundial é o mais importante. Poder representar o meu país é um sonho. O Mundial é muito importante para as pessoas e já não se ganha há muito tempo. O Neymar tem ADN do Brasil. É um dos melhores da nossa história. Dou-me muito bem com o Ancelotti. É um grande treinador e percebe-te muito bem como pessoa. Sei que têm muito apreço por mim", concluiu.

