Recorde as incidências do encontro
O defesa acusou positivo num controlo realizado após um duelo da Liga Europa frente ao Manchester United, razão pela qual foi impedido de treinar até 2 de fevereiro e de competir até 2 de abril. Terminada a fase de instrução, o órgão disciplinar do referido organismo emitiu a decisão e a pena (de 10 meses), justificando que não houve intenção ao tomar um medicamento da sua companheira que continha uma substância proibida.
Até este domingo, a sua última presença em campo tinha sido em meados de maio precisamente no Coliseum, na fase decisiva da última edição da LaLiga, num encontro que terminou 0-2 com golos de Gorka Guruzeta e Dani Vivian. O jogador de Baracaldo foi titular, cumpriu os 90 minutos, exibiu-se a bom nível e contribuiu para que a sua equipa mantivesse a baliza inviolada diante de um adversário que, na altura, lutava pela permanência.
Yeray teve a oportunidade de alinhar de início apesar de ter estado quase um ano sem competir. Tendo em conta a sua inatividade, o desempenho pode considerar-se aceitável (7.1 segundo a IA do Flashscore), embora tenha ficado ligado ao golo de Luis Vázquez na primeira parte por se mostrar incapaz de afastar de cabeça um cruzamento lateral, o que teria evitado o remate posterior de Martín Satriano, desviado com sorte pelo argentino.
Já depois da hora de jogo, Valverde retirou do relvado o experiente defesa por dois motivos: a falta de ritmo e a necessidade de acrescentar uma opção ofensiva – Areso ocupou a sua posição habitual e Vivian passou a fazer dupla com Laporte no centro da defesa. No tempo em que esteve em campo, Álvarez tocou na bola por 64 vezes e registou 92% de eficácia no passe, embora tenha perdido os três duelos aéreos em que participou.

