O jornal francês Les Echos revelou a 31 de março que as autoridades fiscais francesas apreenderam provisoriamente ao antigo jogador do Manchester City o equivalente a 5,5 milhões de euros em dinheiro e imóveis.
Segundo o diário, o fisco abriu um processo por 5,25 milhões de euros relativos a impostos sobre o rendimento referentes ao período de 2020 a 2022 e 82 mil euros relativos ao imposto sobre o património imobiliário de 2019 a 2025.
"Essa dívida não existe, porque a administração confundiu créditos bancários com rendimentos não declarados", garantiu Jean-Noël Sanchez, um dos advogados de Nasri.
Outro dos seus advogados, Julien Riahi, afirmou que estavam em conversações com as autoridades fiscais para esclarecer a situação.
212 entregas de comida ao domicílio
O caso basear-se-ia alegadamente em 212 entregas de comida ao domicílio que demonstrariam que Samir residia em França e não nos Emirados Árabes Unidos, como tinha declarado.
O referido Sanchez referiu que algumas dessas entregas destinavam-se à mãe, que partilharia uma conta bancária com o filho.
Os advogados do ex-futebolista defenderam que vive no Dubai com a sua companheira e o seu filho e que apenas se desloca a França para trabalhar como comentador da Canal+ nas noites de Liga dos Campeões.
