Situação do clube: "Não há nada de especial. Perdemos um jogo importante, de forma má, e fomos eliminados da Liga dos Campeões. É um jogo que dói. Ontem à noite falei com o Pablo Longoria e o Medhi Benatia para procurarmos as melhores soluções. É normal fazermos um exame de consciência e avaliarmos a situação. Tenho a minha quota de responsabilidade, mas não estou sozinho. Não orientei o treino de ontem porque estive a analisar muito o Paris FC, dormi pouco e não me sentia muito bem. Todo o resto são coisas que se escrevem e se contam. Mas continuo aqui, estou à vossa frente. Esta é a verdade."
Demissão em cima da mesa? : "Não é tema. Quis vir para o Marselha. Fiquei para esta segunda época e já conhecia todos os problemas. Sempre disse que Marselha era o sítio ideal para mim. Ensinaram-me a assumir as minhas responsabilidades, mesmo quando custa. O treinador tem de trazer resultados e exibições. Acredito que tivemos resultados, que temos uma equipa muito forte, mas com um grande problema a resolver, que é a falta de consistência, a irregularidade. Quanto ao resto, não há nada a confirmar. Sou o treinador do Marselha e continuo a ser o treinador do Marselha. Conversámos, analisámos o que havia a fazer, como se faz em todo o lado. Hoje preparei a equipa e amanhã estarei no banco."
Apoio do balenário: "Os jogadores sempre me seguiram. Ontem à noite ainda falei com sete ou oito deles. Estão comigo. É normal que quem não joga, ou joga pouco, não esteja satisfeito. Mas não há fricções por causa da derrota. Já passámos por momentos difíceis no ano passado. Conseguimos sempre ultrapassar juntos e vamos conseguir também desta vez. Penso ter força para mais cinco ou seis anos aqui. Gosto disto, é a minha paixão, os jogadores seguem-me. O que me incomoda é a derrota, a forma como aconteceu, a irregularidade. Precisamos de duas vitórias e veremos tudo de outra forma".
