Reveja aqui as principais incidências da partida
"Tivemos muita posse de bola, mas fomos pouco criativos para criar situações e pouco agressivos na profundidade para os incomodar (...) Falhámos uma oportunidade", resumiu o técnico após o encontro.
Apesar de 66% de posse, 20 remates, dos quais 6 enquadrados – contra 6 e 3 dos Merlus –, os nortenhos cederam num terreno em que Rennes, Monaco e Lyon já tinham perdido e o PSG apenas conseguiu um empate. "Colocámos imensos cruzamentos (59) na área, mas faltou-nos presença na zona de finalização para tirar proveito disso", lamentou Sage.
Pelo contrário, os anfitriões marcaram praticamente nas duas únicas ocasiões que tiveram, aproveitando erros de marcação graves. "Tiveram poucas oportunidades, mas souberam aproveitá-las. Nós deixámos algum espaço e eles tiraram partido disso. Há uma lição a retirar deste jogo", alertou o treinador do RCL.
"São situações que podemos voltar a encontrar", pois esta derrota surge numa fase da época em que "os espaços começam a fechar-se, os pontos começam a ser importantes para todos, os jogos tornam-se menos abertos...", explicou.
"Temos também de desenvolver os nossos recursos coletivos para lidar com este tipo de contexto de jogo", acrescentou, mesmo que o desenrolar do encontro tenha gerado "muita frustração".
"Costumávamos usar os sorrisos e a ambição para abordar o próximo jogo. Agora temos um novo combustível que será preciso saber utilizar bem para vencer o Angers. Temos o dever de ganhar ainda, na minha opinião, dois ou três jogos para garantir a qualificação para a Liga dos Campeões e é fundamental que nos redimamos já na próxima semana", concluiu.
