Agora na sua segunda época ao serviço do Marselha, Greenwood está a destacar-se, tendo já marcado 42 golos em 64 jogos.
No entanto, a sua transferência do Manchester United foi recebida com protestos e polémica devido a anteriores acusações de agressão em Inglaterra, que acabaram por ser arquivadas.
Em entrevista ao The Telegraph, Longoria afirmou: “Para mim, é correto falar abertamente sobre o assunto. Criar tabus na vida nunca é positivo. Para nós, foi uma grande oportunidade de mercado do ponto de vista desportivo, em que analisámos, com muito cuidado, o que realmente aconteceu".
“Nesse caso, depois de fazer a devida diligência e de ter toda a informação – e esta é a primeira vez que falo sobre isto – com todos os dados liguei à minha mãe. E perguntei-lhe: ‘O que achas, sabendo toda a situação?’ E a minha mãe, que trabalhou no sistema prisional em Espanha – foi reconhecida com a medalha do Estado – por isso perguntei-lhe, tendo toda esta informação, ‘o que farias no meu lugar?’ E ela disse-me: ‘Faz’. Com toda a informação".

“Foi importante porque queria alguém que não tivesse o incentivo do desporto, porque o talento está lá, que o seu único incentivo fosse o bem do filho. Como homem, não como presidente. E, para mim, foi muito importante que ela me dissesse, sabendo tudo isto, ‘faz’.”
Sobre o futuro de Greenwood, Longoria acrescentou: “Estamos satisfeitos. Ele está a corresponder e os números, o talento, estão lá. Ao mesmo tempo, se estivermos todos em sintonia, é também o momento de analisar a situação financeira e o ecossistema do futebol francês, tendo em conta todas as dificuldades".
“Mas penso que, se todos estivermos alinhados em relação ao Mason, ele pode continuar a ter futuro aqui. Acho que para ele também pode ser necessário, porque estamos a ver que o Mason desta época não é o Mason da época passada. Espero que continue a evoluir e gostaria de o ajudar também, a ser melhor todos os dias.”
