Griezmann continua a ter "respeito" e "afeto" por Deschamps

Griezmann contra a Itália na sexta-feira
Griezmann contra a Itália na sexta-feiraDOMENICO CIPPITELLI/NurPhoto via AFP

Antoine Griezmann, vice-capitão da França, continua a ter um "imenso respeito e afeto" por Didier Deschamps, apesar de o selecionador o colocar no banco de suplentes nos últimos tempos, assegurou no domingo ao Téléfoot.

"Devo-lhe muito, é sempre um orgulho e uma alegria imensa jogar e dar tudo em campo por ele", insistiu Grizi, duas vezes suplente no Euro-2024, contra a Polónia (1-1) e na meia-final contra a Espanha (derrota por 2-1).

Foi "irritante" encontrar-se no banco, admitiu Griezmann, mas "há que respeitar isso, mesmo que se esteja zangado ou triste. A equipa está em primeiro lugar".

O Euro "não foi a minha melhor competição", admitiu, sentindo "muita frustração, raiva e tristeza. Nunca me senti no centro do jogo como gosto". Na Alemanha, viveu "muitas mudanças tácticas e de posição. Foi complicado, mas tivemos de lidar com isso".

Aos 33 anos, o terceiro jogador com mais jogos pela seleção (136, 44 golos), não muito longe do recorde de Hugo Lloris (145 jogos), "ainda quer jogar pela França. Depois disso, depende de Deschamps".

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