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Maior orgulho: "O que fizemos com os colegas em 1998. Termos ganho, ainda por cima contra o Brasil, era um sonho de todos."
Primeiro jogo em França: "É uma grande emoção. Estamos preparados para este terceiro jogo, preparámo-lo bem e não houve problemas de maior. Vamos tentar ganhar diante do nosso público."
Recordação da Itália em 2006: "2006? As imagens fazem-me recordar isso sempre, passam em loop por todo o lado (sorriso). Penso sobretudo nas imagens positivas. A Juventus foi muito especial para mim, foi lá que me tornei num jogador importante."
Mohamed Sanhadji: "Não estou contente, é alguém que conheço muito bem. Não posso falar sobre isso. Espero que ele possa defender-se e que tudo lhe corra bem. Na sua história com a seleção francesa, fez coisas boas. O resto não está nas minhas mãos."
O medo de desiludir: "Não estaria aqui de outra forma. Nunca pensei nisso. Para mim, sempre foi uma oportunidade que me deram, primeiro enquanto jogador. É a mesma coisa enquanto treinador. Não penso de todo nas coisas negativas, muito pelo contrário. Tenho uma equipa incrível, por isso vou dar tudo."
Inspirações: "A ideia não é reproduzir, porque isso não é possível, mas aproveito tudo o que aprendi com os meus treinadores. Taticamente, os italianos não ficam atrás de ninguém. Há certamente alguns pequenos pormenores que guardei."
Gestão do plantel: "Não há equipa A, B ou C. Todos estão aqui para estarem preparados para jogar. Cabe-me a mim fazer escolhas e utilizar os jogadores da melhor forma possível."
Koundé : "Não há qualquer questão. O Jules faz parte dos jogadores que mostraram que continuam a ter lugar na seleção francesa."

Itália: "É estranho ver a Itália eliminada das grandes competições, é um drama. Não estou por dentro, por isso não posso ter uma opinião sobre o que está ou não está a acontecer. Amanhã será um jogo complicado."
Os seus jogadores: "Não te vou dizer nomes, não seria simpático para os outros. Fiquei impressionado com todos. É um grupo que funciona bem. É banal, mas é importante dizê-lo. Tenho uma equipa de grande qualidade."
2006: "Em 2006, não sabia que me tornaria treinador. Pensava que era o fim, por isso foi muito complicado. Acredito no que faço, por isso preparei-me para poder voltar a treinar a seleção francesa. Vou dar tudo por esta equipa."
Stade de France: "A minha primeira recordação foi a 31 de janeiro de 1998. Estava um frio polar e não sabíamos se íamos jogar ou não. Jogávamos contra a Espanha, foi uma grande recordação. Queremos continuar a escrever outra página, outra história."
Doué : Veremos. Depende. Polivalente, não gosto muito dessa palavra. O jogador deve poder expressar-se na sua posição. Na seleção, é preciso jogar na sua melhor posição. O Désiré pode jogar bem em duas ou três posições (sorriso).
