Reveja aqui as principais incidências da partida
Na verdade, Lamine Yamal e Nico Williams nunca desapareceram. No entanto, os problemas de pubalgia que ambos enfrentaram ao longo da época impediram-nos de chegar ao Mundial na máxima forma. Ainda assim, o primeiro abriu o marcador frente à Arábia Saudita e o segundo assistiu Ferran Torres no histórico golo da final frente à Argentina.
A extraordinária profundidade do plantel de que Luis de la Fuente dispõe tornou possível que, quando Lamine e Nico não jogaram, a sua ausência não se fizesse notar. Álex Baena fez um grande Mundial e continua a ser uma peça fundamental na seleção, como está a demonstrar na atual Liga das Nações. Como se isto não bastasse, há ainda jogadores como Víctor Muñoz ou Yeremy Pino para atuar nas alas.

Nico Williams reencontrou o golo, numa jogada muito típica sua, em que deixou o adversário para trás pela esquerda e colocou a bola no ângulo superior. Um golo que fez lembrar o que marcou frente à Geórgia nos oitavos de final do último Europeu. O caso de Lamine Yamal é à parte: dois golos - o primeiro logo no minuto inicial, depois de ter marcado no segundo em Wembley -, uma assistência e um autêntico recital.
A classificação do Flashscore não engana. Lamine Yamal, que obteve uma nota de 8,5 em Wembley, elevou a sua avaliação no Sánchez Pizjuán para 8,7, repetindo o prémio de melhor jogador da partida. No caso de Nico Williams, alcançou os 7,7, apesar de só ter estado em campo durante 22 minutos.
