Bayern Munique já aquece a eliminatória da Champions frente ao Real Madrid

Vinícius frente a Konrad Laimer no último Real Madrid-Bayern
Vinícius frente a Konrad Laimer no último Real Madrid-BayernDAX IMAGES / NURPHOTO / NURPHOTO VIA AFP

Ainda falta disputar mais um jogo de seleções (ou o playoff de acesso ao Mundial) e uma jornada da Liga pelo meio. No entanto, a eliminatória dos quartos de final da Liga dos Campeões, entre o Bayern Munique e o Real Madrid, o grande clássico do futebol europeu, está mesmo ao virar da esquina.

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A última vez que as duas equipas se defrontaram foi nas meias-finais de 2023/2024. Depois do 2-2 na Allianz Arena, o Real Madrid consumou uma reviravolta mágica no Bernabéu com um bis de Joselu aos 88 e 90+1 minutos (2-1), garantindo a presença dos comandados de Ancelotti na final, que resultou na 15.ª conquista.

Desta vez, Real Madrid e Bayern encontram-se uma ronda antes. A primeira mão disputa-se no Bernabéu a 7 de abril e a segunda, na capital bávara, oito dias depois.

Na verdade, os alemães já começaram a preparar o encontro com antecedência no seu site oficial.

"Como fazia antes de cada jogo europeu fora de casa, o presidente Neudecker dirigiu-se a uma catedral local e acendeu quatro velas para invocar os ajudantes divinos", diz um texto que faz parte de uma reportagem intitulada "Como o Bayern se tornou o pesadelo do Real Madrid: 50 anos da besta negra".

"Está 50-50"

No mesmo artigo surge Uli Hoeness a recordar velhos tempos.

"Era o auge do futebol europeu. O Real Madrid era uma lenda, com os seus grandes jogadores, a sua história, com o presidente Santiago Bernabéu… uma personalidade incrível", refere.

No entanto, o Real Madrid apurou-se nas últimas quatro eliminatórias: meias-finais de 2013/2014, quartos de final de 2016/2017, meias-finais de 2017/2018 e as referidas meias-finais de 2023/2024.

"Os últimos jogos frente ao Real Madrid muitas vezes terminaram mal", assinala o clube bávaro.

Hoeness não aponta um favorito claro. "Está 50-50. O que se destaca no Real Madrid é que conseguem apresentar-se bem quando realmente importa, nos jogos verdadeiramente decisivos. No geral, penso que há muito tempo não víamos uns quartos de final tão bons. São todas equipas de topo", concluiu.