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Continua motivado? "Sabíamos que ia ser difícil, mas continuamos com vontade de vencer. Somos sempre capazes de superar-nos, já o demonstrámos. Todos gostamos deste tipo de jogos."
O seu futuro: "Não sou eu que trato disso, é o meu agente. Vamos ver, mas estou feliz no PSG neste momento."
Vingança? "Não sentimos necessidade de vingança porque não era o mesmo período, nem a mesma competição. Sabemos que é uma equipa muito forte. Sabemos que vai ser complicado, mas preparámo-nos bem. Estão numa boa fase, jogam bem. Gostamos muito destes jogos, são os melhores para disputar."
Resultado: "É fundamental ganhar confiança, sobretudo nos nossos últimos jogos da Liga dos Campeões."
O seu rendimento: "Não é um problema relacionado comigo. Crio remates, preciso de conseguir concretizar mais. No início, pensei que era falta de confiança, mas já não penso isso. Se tivesse mais eficácia, teria mais golos. Trabalho muito para melhorar esse aspeto, mas não me desanimo. Não creio que seja uma questão mental, trabalho finalização nos treinos."
Comparação em jogar no centro: "É difícil, não se toca tantas vezes na bola. Prefiro ter a bola nos pés com mais frequência e jogar um contra um na ala. Não sei o que o futuro reserva. Ele (Dembélé) deu-me muitos conselhos (sobre posicionamento). Em Auxerre, indicou-me como me movimentar, como arrancar. É um grande apoio."
