Recorde as incidências da partida
Ivan Baptista (treinador do Benfica):
“Na primeira parte, tivemos uma boa situação pela Froya (Dorsin) e na segunda parte houve uma situação de canto em que não conseguimos colocar a bola lá dentro.
Num jogo tão fechado e equilibrado como este, a partir do momento em que o primeiro golo surge, numa fase já tão adiantada, é natural que o jogo depois se parta, tínhamos de parti-lo, de ir atrás. Aquele resultado não nos interessava, assumimos que não saímos daqui com o resultado que queríamos e, naquele momento, a equipa começou a subir linhas.
Ajustámos com a Csiki numa posição que ela também conhece muito bem, ao lado da Pauleta e para termos esse lado diferenciador da Norton no transporte de bola e conseguir também esse lado físico, segurar a bola e deixar a equipa ter um bocadinho mais de tempo com bola no pé.
A Pauleta sentiu uma limitação na primeira parte, depois ressentiu-se no início da segunda parte e nós, com as opções que temos, mais do que válidas, há riscos que não precisamos de correr e daí termos feito esse novo ajuste, com a Caroline (Moller) a entrar”.
Jose Barcala (treinador do Bayern Munique):
“Não é simples desorganizar uma estrutura, uma equipa que luta, que está bem estruturada e que conhece os nossos padrões, como o Benfica.
Requer tempo, consistência, uma boa estrutura, precisão e coordenação nas nossas interações e foi o que fizemos e fomos crescendo ao longo dos 90 minutos de jogo. É claro que a estatística falará de uma ‘performance’ madura do Bayern, que teve maior posse da bola e as melhores ocasiões para marcar”.
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