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"É fantástico voltar aqui aos 40 anos, com um clube francês, e contra Mikel Arteta", antigo companheiro de equipa e atual treinador dos gunners, acrescentou o avançado francês na conferência de imprensa.
O seu cenário de sonho para terça-feira? "Sem hesitar, uma vitória do Lille! Aprecio todo o interesse que os meios de comunicação social estão a dar ao meu regresso. Será algo que terei de gerir emocionalmente, mas não me esqueço de que o mais importante é a equipa e considero-me um jogador de equipa".

Questionado sobre as hipóteses de vitória, o número 9 não quis "dar uma percentagem", mas lembrou que o Lille tinha merecido o seu "lugar" na Liga dos Campeões. "Vamos chegar com muita humildade e vontade de criar dificuldades a esta equipa, com ambição. Será preciso que o Lille esteja ao seu melhor nível".
O seu treinador não disse outra coisa: "Sabemos que temos de fazer um jogo quase perfeito para derrotar o Arsenal e é isso que vamos tentar fazer", afirmou Davide Ancelotti.
Giroud deixou o Montpellier depois de se sagrar campeão francês, no verão de 2012, para rumar ao Arsenal, o seu primeiro clube no estrangeiro. Em cinco épocas e meia, marcou 105 golos e conquistou três Taças de Inglaterra.
Os adeptos adotaram-no quase de imediato, dedicando-lhe um cântico, "Nananana, Gi-roud", com a melodia do êxito Hey Jude, dos Beatles.
"Logo no segundo jogo que fiz, em Anfield contra o Liverpool, cantaram essa música em minha homenagem. Foi extraordinário, senti-me imediatamente acolhido como um membro da família", afirmou.
O seu "melhor momento" no Emirates continuará a ser o golo de escorpião marcado frente ao Crystal Palace, em janeiro de 2017, distinguido com o Prémio Puskás para o melhor golo do ano. "As hipóteses de voltar a fazê-lo amanhã? Zero!", atirou, entre risos.
