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“O Sporting tem qualidade, condições suficientes para ganhar a qualquer uma dessas equipas”, vincou o atleta que se notabilizou como lateral direito e que fez parte da formação leonina que em 1982/83 atingiu os quartos de final da então denominada Taça dos Campeões Europeus.
Nessa temporada, os leões foram eliminados pelos espanhóis da Real Sociedad nesta fase, com uma vitória em casa por 1-0 e uma derrota fora por 2-0.
Em declarações à Lusa, Virgílio recordou o “feito extraordinário” dos ‘leões’ e mostrou-se otimista para os duelos com o Arsenal.
“Já vencemos o Manchester City, o Paris Saint-Germain, uma série de clubes e agora é mais um. É um Sporting que tem qualidade, condições suficientes para ganhar a qualquer equipa”, referiu.
O Sporting apurou-se na terça-feira para os quartos de final da Liga dos Campeões de futebol, ao golear em casa o Bodo/Glimt por 5-0, após prolongamento, para inverter a derrota que tinha sofrido na primeira mão dos ‘oitavos’.
Depois do desaire por 3-0 na Noruega na primeira mão dos oitavos de final, Gonçalo Inácio (34 minutos), Pedro Gonçalves (61') e Luis Suárez (78', de grande penalidade) empataram a eliminatória no tempo regulamentar da segunda mão, antes de Maxi Araújo (92') e Rafael Nel (120+1') consumarem a qualificação dos bicampeões nacionais.
Virgílio entende que com o “mesmo espírito” do desafio com o Bodo/Glimt, os ‘verde e brancos’ podem ser bem-sucedidos contra qualquer adversário.
“É uma questão do mesmo espírito de ontem (terça-feira) existir nesses jogos. Na qualidade somos muito semelhantes, pelo que se trabalharmos mais que eles ficamos em vantagem”, sentenciou, elogiando uma um grupo de trabalho “sério e generoso”.
O antigo futebolista destacou ainda o “excelente espírito de grupo” de uma formação que “trabalha muito” e se notabiliza na entreajuda, bem como o trabalho do treinador Rui Borges.
“Depois do difícil trabalho de substituir Ruben Amorim, esta época o Rui colocou a equipa a jogar da forma que eu entendo que deve jogar. Não diria que tem sido perfeito, mas muito bom. Espero que continue assim, sinceramente, porque gosto muito do Rui Borges”, assumiu.
Já para o duplo desafio com o Arsenal, Virgílio deseja que o técnico “não mude nada”, pois considera que este Sporting “está tão perfeito quando é possível sê-lo no futebol”.
