Acompanhe as incidências do encontro
As ambições do PSG em Stamford Bridge: "É evidente que só disputámos o primeiro jogo e ainda falta o segundo. O segundo é sempre diferente, porque há uma equipa fora da competição que quer mudar isso. Estamos preparados e habituados a disputar este tipo de encontros. Queremos apresentar-nos da melhor forma possível".
As individualidades do PSG: "A confiança é algo especial. Podemos estar melhor ou pior durante um jogo, mas já demonstrámos que somos uma verdadeira equipa. Conseguimos defrontar qualquer adversário".
O sofrimento na Liga dos Campeões: "Acho que foi um exemplo claro do que pode ser um jogo de futebol. Temos a intenção de vencer e marcar, mas haverá momentos durante o encontro em que será preciso saber controlar o jogo. O nosso objetivo é ganhar, mas vamos passar por momentos de sofrimento".

Dembélé: "Acho que já falámos bastante sobre ele ao longo do ano. Como treinador, é incrível contar com um jogador como ele. Conseguiu mudar a sua mentalidade depois de alterar a sua posição em campo. Era um extremo típico e mudou a sua forma de jogar. É fantástico ter um jogador assim e, enquanto adepto, é um verdadeiro prazer ver um futebolista como ele. Para nós, é extremamente positivo".
A segunda mão: "Há quatro jogos com uma diferença de três golos, vamos ver quantos se apuram. O futebol é incrível. Frente ao Chelsea na primeira mão, estivemos empatados durante muito tempo, foi muito equilibrado. Estamos prontos para jogar da mesma forma esta terça-feira. Já estamos habituados a este tipo de encontros depois da nossa fase de grupos. Será fundamental saber gerir esses momentos-chave do jogo".
Um possível relaxamento: "Na Liga dos Campeões isso é impossível. O Chelsea terá capacidade para criar oportunidades, mas é impossível relaxar na Liga dos Campeões. Será preciso aproveitar os momentos de sofrimento para alterar a dinâmica. São jogos impossíveis de controlar. Provavelmente será muito diferente do jogo da primeira mão".

Defrontar clubes ingleses: "A minha piada sobre ter vencido a Premier League persegue-me por todo o lado. É um prazer defrontar clubes ingleses porque é o mais alto nível. No ano passado quase jogámos contra todos os clubes ingleses e este ano é quase igual. Mas era apenas uma brincadeira, respeitamos todos".
A vantagem da primeira mão: "Jogar e orientar estes encontros é sempre diferente. Para nós, enquanto equipa e campeões em título, tentamos estar focados nos aspetos importantes e nos detalhes, porque isso é sempre fundamental quando defrontamos uma equipa do mesmo nível. Temos uma vantagem, mas sabemos que pode desaparecer num instante".
Rosenior: "O importante é o jogo de amanhã (terça-feira) entre o Paris SG e o Chelsea. Desejo-lhe tudo de bom, mas só depois do encontro de terça-feira. Tenho bastantes assuntos para resolver do meu lado".
As lesões do lado do Chelsea: "Ocupo-me dos problemas do Paris SG e não tenho nada a dizer sobre o Chelsea".

