Recorde as incidências da partida
Análise: "Não me lembrava de viver uma situação destas. Já tinha ganho ou perdido jogos no último minuto, mas aqui estávamos a ganhar e não chegava; depois pensámos que chegava… e afinal não. Quando é assim, tens de correr riscos. Aquela bola ainda podia ter dado o 3-3. Ainda assim, ganhar ao Real Madrid tem um peso enorme. Temos de ir com tudo. No Dragão, o Trubin cabeceou contra um jogador do FC Porto e a bola foi para canto. Não somos fortes no jogo aéreo, mas ele foi lá e fez um golo. Independentemente do nosso futuro na prova, esta vitória é histórica e, do ponto de vista económico e de prestígio, é muito importante"
Aviso a Trubin: "Quando faço as substituições do António e do Ivanovic, não tinha a mínima ideia se o 3-2 era suficiente ou não. A intenção era segurar a vitória. Depois, quando percebemos que não chegava e que estávamos com menos um jogador, mandei o Nico para a frente e, quando surge a falta, pedi ao Trubin para subir. O Diogo ficou com o Dahl na linha média. Foi uma noite histórica no Estádio da Luz".
Importância deste apuramento: "A única coisa que gostava que houvesse era um bocadinho de respeito. Faço o apelo para que muita dessa gente não se esteja a suicidar nem a atirar das varandas. Tenham calma: o Benfica vai perder jogos e eles vão poder “matar-nos” outra vez. Mas gostava que houvesse respeito pelo Benfica e pelos jogadores do Benfica".
