Devido ao reforço das medidas de segurança motivado pela situação política, parte da claque ativa do Friburgo vai faltar ao jogo em casa na quinta-feira. Vários grupos anunciaram na terça-feira, numa declaração conjunta, o seu boicote. Nessa nota, referem uma "atmosfera geral" "que interfere de forma tão grave nas liberdades culturais dos adeptos que decidimos não marcar presença no jogo".
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Segundo o clube, os controlos de acesso serão "particularmente rigorosos". O Friburgo tem vindo a preparar-se "há meses e em estreita colaboração com a polícia, autoridades e outras instituições" para um encontro que "não será um jogo em casa como qualquer outro", referiu o clube.
As claques afirmaram estar "conscientes dos conflitos atuais e da sua gravidade", rejeitando "qualquer interpretação errada e intencional da nossa decisão".
Em termos desportivos, o Friburgo, atualmente na 5.ª posição, pode praticamente garantir o apuramento para os oitavos de final com uma vitória frente ao Maccabi. "Queremos alcançar o máximo sucesso e seria ótimo garantir já os oitavos de final", afirmou o capitão Christian Günter: "Tudo o resto seria apenas um pequeno desvio, que não nos iria abalar. Mas, no essencial, o nosso objetivo tem de ser ficar logo entre os oito primeiros."
