Liga Europa: SC Braga teve sucesso nos primeiros quartos, mas depois caiu duas vezes

Os adeptos do SC Braga no apoio à equipa
Os adeptos do SC Braga no apoio à equipaSC Braga

O SC Braga teve sucesso na primeira aparição nos quartos de final da Liga Europa, em 2010/11, face ao Dinamo Kiev, mas caiu nas restantes, em 2015/16, frente ao Shakhtar Donetsk, e em 2021/22, perante o Rangers.

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O balanço dos arsenalistas é, assim, negativo, mas pode ser nivelado, se o conjunto comandado pelo espanhol Carlos Vicens conseguir afastar os espanhóis do Betis, numa eliminatória que arranca na quarta-feira, na pedreira.

A formação minhota não passou da terceira pré-eliminatória na primeira presença na Liga Europa, em 2009/10, mas, à segunda, em 2010/11, foi até à final, primeira e única, que viria a perder para o FC Porto, ao cair por 1-0 em Dublin.

Na caminhada para a final, o SC Braga encontrou nos quartos os ucranianos do Dinamo Kiev e conseguiu o apuramento, com dois empates e à custa da regra dos golos fora, que já não vigora nas provas da UEFA.

O conjunto de Domingos Paciência empatou a um golo em Kiev, graças a um autogolo de Oleg Gusev, aos 13 minutos, depois de Yarmolenko adiantar os ucranianos, aos seis.

A formação arsenalista, que chegou muito moralizada aos quartos, depois de ter eliminado o Liverpool nos oitavos, conseguiu a qualificação em casa com um empate a zero, para marcar encontro nas meias com o Benfica, que também afastaria.

Depois, o SC Braga ficou-se pelos 16 avos de final em 2011/12 e pelo play-off, de acesso à fase de grupos, em 2013/14, mas, em 2015/16, voltou a chegar ao top 8, para mais um embate com um conjunto ucraniano, desta vez o Shakhtar Donetsk.

A formação liderada por Paulo Fonseca, treinador que na época seguinte rumaria ao Shakhtar, não teve, porém, a mesma sorte do onze de Domingos Paciência, e comprometeu o apuramento logo na primeira mão, ao perder em casa por 2-1.

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Yaroslav Rakitskiy, aos 45 minutos, e Facundo Ferreyra, que viria a jogar no Benfica, aos 75, faturaram para os forasteiros, com Wilson Eduardo a reduzir, já aos 89.

Em Lviv, os ucranianos confirmaram a sua superioridade, ao golearem por 4-0, numa noite negra de Ricardo Ferreira, com dois autogolos, aos 43 e 73 minutos. Darijo Srna, aos 25, e Viktor Kovalenko, aos 50, também faturaram.

Nas cinco presenças seguintes, o SC Braga não passou dos 16 avos de final e só voltou aos quartos em 2021/22, para medir forças com os escoceses do Rangers.

Com Carlos Carvalhal ao leme, os minhotos começaram bem, ao vencer em casa por 1-0, graças a um tento do avançado espanhol Abel Ruiz, apontado aos 40 minutos.

A vantagem era mínima e, na Escócia, um bis de Tavernier, com golos logo aos dois minutos e aos 44, o segundo de penálti, virou a eliminatória, que o central David Carmo voltou a igualar, com um tento aos 83.

Como os golos fora já não desempatavam, o encontro foi para prolongamento, no qual decidiu um tento do jamaicano Kemar Roofe, que selou o 3-1 final, aos 101 minutos.

A formação arsenalista soma, assim, um apuramento e duas eliminações nos quartos, que não atingiu em 2022/23 (fase de grupos), 2023/24 (play-off de acesso aos oitavos) e 2024/25 (25.º lugar na primeira fase de liga).

O encontro entre o SC Braga e o Betis, da primeira mão dos quartos de final da edição 2025/26, realiza-se na quarta-feira, pelas 17:45, no Estádio Municipal de Braga, com a segunda mão marcada para 16 de abril, em Sevilha.

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