Recorde as incidências da partida
"O cartão vermelho surgiu muito cedo (...). Por isso, tornou-se muito difícil, sobretudo pela qualidade demonstrada pelo Celta", confidenciou Paulo Fonseca em conferência de imprensa. Justificou a passagem de quatro para cinco defesas ao intervalo, apesar da inferioridade numérica da sua equipa, "porque o Celta tinha colocado cinco jogadores ofensivos".
"Na primeira parte, foi complicado para nós controlar o movimento nos espaços. Mesmo com uma linha de cinco, foi difícil recuperar a bola, embora eu ache que o adversário não criou muitas situações", referiu o técnico português.
"Era impossível fazer uma pressão alta contra uma equipa destas", considerou ainda o treinador do Lyon.
"Temos já um jogo no domingo frente ao Monaco e é nisso que devemos focar-nos agora", indicou, por sua vez, o médio belga Orel Mangala, que entrou durante a partida.
Este veio apoiar o seu colega de equipa, o senegalês Moussa Niakhaté, expulso logo aos 19 minutos.
Depois de ter falhado o seu penálti frente ao Lens na Taça de França (2-2, 5-4 g.p.), a 5 de março, soube, a 17 de março, que a Confederação Africana de Futebol (CAF) retirou ao Senegal o título de campeão africano na secretaria.
"Não deve ser fácil para ele neste momento. Vamos apoiá-lo. Estamos aqui, é isso que também faz uma equipa", afirmou.
