A direção da briosa revelou que teve durante a manhã desta segunda-feira conhecimento do acórdão proferido pelo Tribunal da Relação de Coimbra, o qual confirmou a não homologação do seu plano de insolvência, decidida em primeira instância pelo Juízo de Comércio em maio.
"Ciente das suas responsabilidades e assegurando total prontidão face às exigências do processo, a direção agiu de imediato. Os nossos serviços de assessoria jurídica foram prontamente acionados e encontram-se já a delinear as diligências iniciais subsequentes. Importa sublinhar que a estruturação do novo plano de recuperação integrará e respeitará escrupulosamente as recomendações e os fundamentos exarados na decisão do tribunal", lê-se na página da Académica no Facebook.
A Académica garantiu esta época o regresso à Liga 2, quatro anos depois, e segue no oitavo posto com nove pontos, fruto de três vitórias e três derrotas (nas últimas três jornadas).
"A nossa prioridade absoluta é garantir a viabilidade e a estabilidade da instituição. Nesse sentido, assumimos o compromisso de concluir e submeter o novo documento à apreciação e aprovação dos credores com a máxima celeridade. Esta capacidade de resposta rápida e proativa é fundamental para que o processo avance de forma segura, ininterrupta e no estrito cumprimento da lei", vincou a direção dos estudantes.
E acrescentou: "Continuaremos a trabalhar com todo o rigor na defesa intransigente dos superiores interesses da Académica, mantendo a massa associativa informada sobre os próximos desenvolvimentos".
No final de maio, a Académica tinha anunciado que ia recorrer da sentença de não homologação do plano de insolvência por parte do Juízo de Comércio de Coimbra, mostrando-se, então, convicta num "desfecho final favorável", que não se veio a concretizar.
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