Recorde as incidências do encontro
A União de Leiria continua a jogar em casa emprestada, devido ao impacto da depressão Kristin no Municipal de Leiria. Um contexto que o Lusitânia de Lourosa conhece bem, uma vez que ainda não jogou no seu estádio desde que subiu à Liga 2.

Apesar da mudança de bagagem, o conjunto leiriense sentiu-se em casa em Tondela e dominou a primeira parte. O nulo ao intervalo foi lisonjeiro para a formação do distrito de Aveiro, que viu a União de Leiria somar ocasiões suficientes para abrir o marcador.
Vítor Hugo começou por negar o golo a Daniel Borges (22'), na sequência de um cabeceamento, antes de a barra ter evitado o 1-0 de Jair (28'), novamente de cabeça, após pontapé de canto.
A baliza do Lusitânia continuou a ser o principal destino da partida e foi preciso Vítor Hugo tirar a bola em cima da linha depois de novo cabeceamento de Pablo (44'). A defesa do guardião foi no limite e obrigou o VAR a intervir para confirmar o 0-0, que Rodrigo Martins (33') tinha tentado desfazer no único lance de perigo da formação de Lourosa na primeira parte, desta vez com João Bravim a intervir.
Apesar do nulo, a cabeça da equipa da União de Leiria continuou no sítio certo e foi dessa forma que surgiram os primeiros lances de perigo da segunda parte, primeiro por Dieu Michel e depois por Víctor Rofino - Vítor Hugo brilhou primeiro e viu a bola passar junto ao poste a seguir.
Porém, apesar da tranquilidade da casa do Tondela, o colchão não deu o conforto necessário ao conjunto leiriense na hora de finalizar. É que, com tanto volume ofensivo, faltou sempre qualquer coisa à formação do Lis. Dieu Michel (67', 68' e 77') foi travado três vezes por Vítor Hugo e Bernardo (90+4') desperdiçou a última ocasião com um cabeceamento para as bancadas que confirmou um nulo que teve no guarda-redes do Lusitânia de Lourosa o grande responsável.

