O documento foi entregue pelo Benfica à FPF na reunião realizada a 11 de setembro, que contou com as presenças de Rui Costa (presidente do Benfica), Mário Branco (diretor-geral do Benfica), Pedro Proença (presidente da FPF) e Luciano Gonçalves (presidente do Conselho de Arbitragem), e contém quatro eixos estratégicos de atuação: independência, profissionalização, transparência e responsabilização.
Segundo fonte do Benfica, o "documento substancial e extenso" contém vários pontos estratégicos como "a criação de uma entidade autónoma da Federação, Liga e Clubes para a gestão da Arbitragem, com mandatos fixos, desfasados de ciclos eleitorais e totalmente protegidos, e sob concurso internacional", "separação total entre entidade responsável pela nomeação e entidade responsável pela avaliação dos árbitros", "tecnologia de fora de jogo e total profissionalização do VAR", "consequências positivas quer monetárias quer de carreira para quem tem desempenho de mérito, e o inverso para quem é insuficiente" - "a excelência tem de ser distinguida e premiada", precisam os encarnados.
O documento entregue pelo Benfica surge, no entendimento do clube da Luz, como contributo para a reestruturação do modelo de arbitragem nas competições profissionais nacionais.

