Recorde as incidências do encontro
Análise: "Tínhamos dito que jogávamos com a equipa forte na saída e tínhamos de ter uma personalidade grande, caso contrário íamos ter dificuldades. Ganhar apenas duelos não ia dar. Defrontámos uma equipa que faz as coisas muito bem individualmente e coletivamente. Sempre que falei com os jogadores transmiti confiança para ter mais a bola e não nos escondermos. No intervalo insistimos no mesmo, na segunda parte ganhámos confiança, sempre com a ameaça deles no contra-ataque, mas a equipa voltou a acreditar. Conseguimos um ponto que, uma vez que chega no final, pode ser um prémio. Ainda faltam jogos muito importantes e quinta-feira temos um jogo difícil fora de casa, por isso vamos com tudo".
Primeira parte: "Não tem a ver com sair com bola controlada, são situações em que não dá para sair com bola controlada, mas não é a primeira vez que sofremos um golo no último minuto da primeira parte. Aconteceu com o FC Porto, hoje e com o Genk, aqui. São detalhes e temos de os ter do nosso lado. São detalhes de saber competir. Vamos estar nos oitavos de final da Liga Europa e estes detalhes são determinantes para passarmos ou não".
Alterações na segunda parte: "Sabíamos que tinham tido um jogo de alta intensidade, nós tivemos mais dias sem jogar e tínhamos de nos fazer valer disso. Não gosto de perder o controlo das partidas e pôr apenas o foco no último terço. As alterações foram no ataque, mas sem perder o controlo do jogo porque não podemos ter só início ou final. Se não temos o meio, não somos SC Braga. Tivemos de continuar a ser SC Braga para ir atrás do jogo".
Evolução da equipa: "É verdade. Estes jogos tem de servir para percebermos que insistir e acreditar até final dá resultados, mas também que há um processo em que temos de ser mais cuidadosos para não irmos até ao fim à espera de um lance individual ou de um penálti. A equipa acreditou e foi atrás do jogo sendo SC Braga mais do que nunca".
