Siga o Gil Vicente - Alverca com o Flashscore
Na antevisão ao jogo em Barcelos, o treinador do Alverca assumiu o objetivo dos ribatejanos tentarem regressar às vitórias na Liga, após sete jogos sem vencer.
“Esperamos um jogo difícil, num terreno difícil, pois ainda há pouco tempo o Gil venceu em casa o SC Braga. É uma equipa forte, com um bom treinador, que conheço pessoalmente, e que tem feito um excelente trabalho. Têm muitos jogadores que podem jogar a curto prazo num nível superior, por isso o nosso trabalho será difícil, mas quem é que anda no futebol e não gosta de desafios? Temos que nos juntar para colocarmos em campo o melhor da equipa”, afirmou o antigo médio.
Os ribatejanos vêm de quatro empates consecutivos para o campeonato, mas já não vencem há sete jogos, enquanto o Gil Vicente ganhou três dos últimos quatro encontros em casa, perdendo apenas com o Benfica, por 2-1.
Apesar de esperar dificuldades, o técnico do Alverca assumiu que a sua equipa gosta de ser desafiada.
“Na minha opinião, e tirando os quatro grandes o Gil Vicente, a par do Famalicão, é das equipas mais fortes da Liga. Coletivamente, consegue bater-se contra qualquer adversário, mas estamos preparados para isso e nunca fugimos destes desafios. Até alterámos o jogo para sábado para termos adeptos. Queremos ter gente no estádio, seja do Gil ou do Alverca, e competir pela vitória”, vincou.
Custódio Castro já poderá contar com o defesa central Naves, após ter cumprido um jogo de castigo no empate 0-0 frente ao AFS, da última jornada do campeonato.
O treinador pretende uma equipa competitiva no Estádio Cidade de Barcelos, semelhante às visitas a Benfica e Vitória SC, apesar das derrotas por 2-1 e 2-0, respetivamente.
“Queremos o Alverca que esteve na Luz e em Guimarães, que seja muito competitivo e agressivo em termos defensivos e ofensivos”, admitiu.
O Alverca, 10.º classificado, com 28 pontos, desloca-se no sábado, pelas 18:00, ao Estádio Cidade de Barcelos, para defrontar o Gil Vicente, quinto, com 41, num encontro que terá arbitragem de Sérgio Guelho, da associação da Guarda.

