No Sporting, o número de votos dos associados aumenta com a antiguidade da filiação, com os 75.817 votantes a totalizarem um universo de 303.324 votos.
Os sócios vão votar por lista completa para os três órgãos sociais, casos do Conselho Diretivo e o seu presidente, para a Mesa da Assembleia Geral e o seu presidente e, ainda, para o Conselho Fiscal e Disciplinar, com a vitória a ser atribuída por maioria simples.
O ato eleitoral vai decorrer no Pavilhão João Rocha, em Lisboa, entre as 09:00 e as 20:00, sendo que os sócios em espera a essa hora ainda vão poder votar, nos terminais eletrónicos instalados no recinto verde e branco.
Este vai ser o único local de voto presencial, sendo que todos os sócios residentes fora dos 18 concelhos da Área Metropolitana de Lisboa podiam exercer o seu direito por correspondência, antecipadamente.
Do total de sócios com poder eleitoral, 35% podem fazê-lo à distância, por correspondência, mediante a devolução do voto enviado pelo clube, com a assinatura devidamente reconhecida, num total de 26.297 votantes, segundo números divulgados pelo clube.

Na revisão estatutária que se seguiu às eleições de 2011, a investidura dos órgãos sociais eleitos passou a realizada até 15 dias após o ato eleitoral, em vez de imediatamente.
Em resposta à Lusa, o clube leonino deu conta de que a data da posse vai ser decidida em concordância com a lista vencedora.
O Sporting conta atualmente com 190.309 sócios, sendo que, dos impossibilitados para votarem neste ato eleitoral estão, de acordo com o clube, mais de 58 mil por não serem maiores de 18 anos ou não terem 12 meses de ligação ao clube e outros 56 mil por não terem, à data de fecho dos cadernos eleitorais, a quota de fevereiro paga até ao passado dia 22.
Este vai ser o primeiro ato eleitoral no clube verde e branco com duas listas desde 2017, quando Bruno de Carvalho foi reeleito frente a Pedro Madeira Rodrigues.
O recorde de afluência em eleições leoninas é de 22.510 sócios e remonta a 08 de setembro de 2018, na primeira vitória de Varandas, que, há quatro anos foi reeleito num ato eleitoral com a participação de 14.795 associados.
Composição da Lista A:
CONSELHO DIRETIVO:
Presidente: Bruno Sorreluz
Vice-presidente: Miguel de Sousa
Vice-presidente: João Marques
Vice-presidente: Liliana de Sousa
Vogal: Nuno Baião
Vogal: Tiago de Oliveira
Vogal: Jorge Pebre
Vogal: Manuel Belo
Vogal: Cláudia Lima
Suplentes: Nuno Manaia Costa, Ricardo Comprido e Nuno Miguel dos Santos
MESA DA ASSEMBLEIA GERAL:
Presidente: Nelson Nave
Vice-presidente: Alexandre Sobreira
Secretário: João Bacelar
Secretário: José Fortes
Secretário: Filipe Cabral
Suplentes: João Penha e Manuel da Costa
CONSELHO FISCAL E DISCIPLINAR:
Presidente: Pedro Pratas
Vice-presidente: Gerardo Portela
Vogal: Basílio Quitério
Vogal: Francisco Alexandre
Vogal: Paulo Rego
Vogal: Hugo Moreira
Vogal: Paulo da Silva
Composição da Lista B:
CONSELHO DIRETIVO:
Presidente: Frederico Varandas
Vice-presidente: André Bernardo
Vice-presidente: Francisco Salgado Zenha
Vice-presidente: Maria Serrano
Vice-presidente: Pedro de Lencastre
Vogal: Miguel Afonso
Vogal: Alexandre Ferreira
Vogal: Miguel Leite
Vogal: Rodrigo de Almeida
Vogal: Vasco Matos
Vogal: Gonçalo de Albuquerque.
MESA DA ASSEMBLEIA GERAL:
Presidente: Pedro Almeida Cabral
Vice-presidente: Miguel Ferreira Vinagre
Secretário: José Costa Pinto
Secretário: Ana Rita Calvão
Secretário: João Pedro de Almeida e Silva
Suplentes: André Sousa e Henrique Santos.
CONSELHO FISCAL E DISCIPLINAR:
Presidente: João Teives
Vice-presidente: Pedro Nunes
Vogal: Pedro Ramos
Vogal: João Dias
Vogal: Frutuoso Mateus
Vogal: Carlos Ramalho
Vogal: Francisco Batista
