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Janeiro de decisões: “É um mês com muitos jogos, importantes. Mas o nosso foco está no jogo de amanhã, encerra um ciclo. Depois vamos ter 10 dias para preparar o próximo jogo. Vamos defrontar uma equipa que fez uma temporada fantástica, está bem e jogar lá é sempre complicado. Temos de estar prontos, mentalizados para o que vai ser um grande desafio”.
Empate do Sporting: “Há umas semanas disse que nunca vi ninguém celebrar um título em dezembro, agora digo que nunca vi ninguém celebrar em janeiro. Estamos focados no nosso caminho. Quero que a equipa entre em campo como se estivesse 15 pontos atrás. Não estamos a fazer contas, planos a longo prazo, mas focados no próximo jogo. Estamos completamente concentrados no Santa Clara, num relvado complicado”.
Continuidade no FC Porto: “Não há dúvidas, nunca existiram. No Nice e no Ajax nunca pensei sair a meio da época. Não é algo em que pense. Aqui no FC Porto acredito que, em termos de relação com o presidente e o clube, há algo maior. Por isso, da minha parte estou totalmente comprometido com o clube, ligado com a realidade em que estamos inseridos. Pela primeira vez na minha vida tenho o sentimento que posso continuar a construir alguma coisa. Estou muito grato por esta oportunidade num clube desta dimensão”.
Mais vontade depois do empate do Sporting: “Não há motivação extra. Estamos focados no que temos de fazer. É essa a realidade. Sabemos que se queremos estar onde queremos estar em maio é necessário continuar o nosso ritmo. É essa forma de pensar para o jogo de amanhã”.

Saídas em janeiro: “O mercado em janeiro é sempre complicado. Uma grande oferta pode chegar a qualquer momento e temos de estar preparados. O que posso dizer é que acho que todos os jogadores estão felizes e querem ficar. Todos temos a mesma ambição. Se alguma coisa chegar, espero que eles desliguem o telefone".
Pedro Lima: "A única notícia é que o Pedro Lima é que vai voltar ao Wolverhampton, porque o chamaram de volta. Foi fantástico e desejo o melhor”.

Palavras de André Villas-Boas: “Acho que é algo claro, a experiência que tive na época passada é que as coisas podem mudar muito rápido. Tentamos manter toda a gente com os pés no chão, porque a realidade é que tudo pode mudar, especialmente neste campeonato em que os três da frente conseguem muito pontos. É ainda mais importante a consistência como factor-chave. Temos de ir para jogo com a mentalidade de quem está 15 pontos atrás, para nos desafiarmos constantemente e ter a vontade de melhorar todos os dias. O sentimento do treino aberto foi esse, com muita intensidade e desejo em campo. Isso não garante a vitória, mas deixa-nos mais próximos”.
Reforços: “É melhor falar depois do jogo, quando vamos ter mais tempo para avaliar as coisas. Eu estou contente com os jogadores, quero manter toda a gente. Tivemos lesões importantes que temos de gerir da melhor maneira. Thiago Silva vai chegar nas próximas horas e tentar ajudar. Estou alinhado com o presidente em relação às necessidades da equipa, vamos explorar algumas situações que nos permitam ser melhores, mas sempre com a estabilidade da equipa assegurada. Quem chegar deve ter ideia do que vai encontrar, não vamos alimentar rumores de superestrelas. Este é o FC Porto e o coletivo está acima do individual”.
Jogos do Sporting nos Açores: “São dois jogos que analisámos. O relvado é um factor, porque no mesmo jogo podes ter quatro estações diferentes. Mas mais do que o tempo e o campo, o importante é respeitar o clube e um treinador que está a fazer algo fantástico. Não é fácil jogar lá, mas também não vai ser fácil quando eles vierem cá ao Dragão. Respeito por eles e vamos com muita energia”.
Jogar depois dos adversários: “Jogamos a Liga Europa. É por isso”.
Arbitragens: “Queremos acreditar e vamos planear o jogo sem o medo de que vamos ter alguma compensação. Queremos fazer o nosso jogo. Já falei várias vezes sobre arbitragens, de maneira calma e calada. Vamos lá pensar no jogo, no adversário, e que vai tudo correr bem de todas as partes”.
Elogios de Mourinho e Rui Borges: “Concordo totalmente, o que estamos a fazer é extraordinário em termos de pontos, exibições e consistência. Mas temos de continuar com os pés ainda mais no chão e ser ainda mais humildes. O facto extraordinário é a capacidade de estes 6 meses termos fechados uma desvantagem de 29 pontos para o Sporting, se compararmos com a temporada passada. A prioridade para nós é continuar focados na nossa realidade feita de trabalho, paixão e desejo de crescer. A época é longa, vamos ter muitas competições, vamos continuar a pensar jogo a jogo. O desafio é grande e é isso que importa”.

