Recorde as incidências da partida
Hugo Oliveira (treinador do Famalicão):
“Tem de se marcar mais golos que o adversário para ganhar, caso contrário não seriam três pontos. Foi um jogo que se podia ter tornado extremamente difícil ao nível do resultado, porque jogar com equipas que chegam cá e jogam com as linhas completamente recuadas, que querem impedir espaços e ligações… Se não tivermos a segurança, a interpretação e os caminhos corretos, e se trouxermos demasiada emocionalidade ao jogo, vamos tornar estes jogos super difíceis.
Acho que é de valorizar e sinto-me até orgulhoso da capacidade que os jogadores tiveram para manter a serenidade até encontrar os caminhos certos de forma segura. Sabíamos que depois de encontrar esses espaços as oportunidades iriam surgir e o golo ia acabar por acontecer.
Vitória justíssima que me deixa orgulhoso enquanto treinador.
Todos os treinadores querem ter melhores jogadores sempre. Para mim o mais importante é olhar para dentro e desenvolver os jogadores que temos e mantê-los completamente focados naquilo que é o processo Famalicão. E é o que temos feito. É um plantel equilibrado. Obviamente todos os treinadores querem ter mais opções, mas nós somos um clube que sabe o que quer. E é esta estabilidade que permite trabalhar melhor.”
Cristiano Bacci (treinador do Tondela):
“É difícil encontrar as palavras. Fizemos uma primeira parte em que se havia uma equipa que merecia fazer golos éramos nós. E a forma como sofremos o golo foi um bocadinho estranha. Por isso acho que sem dúvida que entrámos melhor que o adversário.
O segundo golo foi aquilo que nos cortou as pernas. A nossa confiança foi abaixo e depois foi difícil levantar.
É a mesma mensagem que tenho para os jogadores. Na nossa equipa nunca falta atitude. Não gostei da segunda parte, principalmente depois do segundo golo, e se não mostrarmos reação, é normal que os adeptos não gostem. Depois do segundo golo, não estivemos bem.”
