Recorde as incidências da partida
César Peixoto (treinador do Gil Vicente):
“Foi uma vitória muito merecida, num jogo difícil. Na primeira parte fomos superiores, com muita bola, mas faltou-nos ser mais eficazes. O Nacional saiu em transição e criou ocasiões.
Ao intervalo corrigimos algumas coisas. Não entrámos como queríamos, mas foi mais equilibrado. Fizemos o 2-1 e demos justiça ao marcador.
Na fase final, sofremos um bocadinho porque o Nacional é uma equipa fisicamente forte, mas acho que a vitória nos assenta bem, num jogo equilibrado. A vitória ajusta-se.
(sobre os lances dos golos) Trabalhamos todos os momentos do jogo e felizmente temos feito alguns golos assim. É trabalho de casa e todos os momentos contam. Hoje foram três golos de bola parada. O Nacional também marcou num lance que é mão; não entendo como o VAR não chama o árbitro.
(sobre o reforço Lucão) Enquadra-se no nosso projeto. Tem muita qualidade. Chegou há três dias e está a entrar na dinâmica da equipa. É um guarda-redes para o futuro. Estávamos muito satisfeitos com o plantel construído no início da época e, se não saísse ninguém, não precisávamos de ninguém”.
Tiago Margarido (treinador do Nacional):
“Foi um jogo muito equilibrado, com as duas equipas encaixadas taticamente. Tivemos a primeira oportunidade do jogo, com o Paulinho isolado, e depois sofremos o golo de bola parada.
Reagimos, empatámos com alguma felicidade, mas, no jogo jogado, foi tudo muito equilibrado.
Voltámos a entrar melhor na segunda parte, mas, novamente com um remate de fora da área e depois na recarga, o Gil Vicente voltou a marcar.
Ainda tivemos dois ou três lances em que podíamos empatar, mas foi um jogo equilibrado e penso que o mais justo seria a igualdade.
(sobre a estreia de Gabriel Veron) Fez três treinos connosco, ainda se está a adaptar. Quando o lancei, a ideia era explorar as costas do Gil Vicente, explorar a velocidade dele, que é um jogador que nos pode dar a capacidade de atacar o espaço. Vai ajudar-nos”.
