Liga Portugal: As declarações dos treinadores após o Santa Clara-Famalicão (0-1)

Hugo Oliveira, treinador do Famalicão, no jogo com o Santa Clara
Hugo Oliveira, treinador do Famalicão, no jogo com o Santa ClaraEDUARDO COSTA/LUSA

Declarações após o jogo Santa Clara-Famalicão (0-1), a contar para a 18.ª jornada da Liga Portugal, disputado este domingo no Estádio de São Miguel, em Ponta Delgada.

Recorde as incidências da partida

Vasco Matos (treinador do Santa Clara):

"Uma primeira parte muito disputada, muitos duelos, com as equipas muito amarradas taticamente. Sabíamos que ia ser um jogo difícil. Na segunda parte, o jogo alterou-se um bocadinho, com mais situações e mais oportunidades. O Famalicão acabou por ser mais eficaz. Nós tivemos as nossas oportunidades e não concretizamos. (…) Saímos tristes pelo resultado, mas faz parte. Sabíamos que esse iria ser o tal ano desafiante para todos nós. É assim que temos de encarar.

Claro que não é a classificação que queríamos. Não queríamos, mas temos de enfrentar. O Santa Clara também passou por isso no passado. Muitos jogadores que estão ali dentro têm essa responsabilidade. Como nós temos essa responsabilidade. (…) Só nos resta assumir a responsabilidade. A classificação não é confortável, mas só há um caminho que é o trabalho. Temos de ser resilientes mentalmente e acreditar que as coisas vão mudar”.

Hugo Oliveira (treinador do Famalicão):

“Queria dar uma palavra aos nossos adeptos, não só aos adeptos que estiveram aqui hoje na ilha que é sempre difícil vir à ilha e empurrar a equipa, mas também ao grupo de adeptos que esteve ontem na nossa academia a dar confiança e a puxar pela equipa.

Um jogo perante condições climatéricas difíceis, perante um relvado em que é difícil jogar, com duas equipas que são boas e rigorosas taticamente, fez com que a primeira parte fosse um pouco amarrada e um pouco mais tática e equilibrada.

Ao intervalo falamos sobre onde estavam os espaços e como poderíamos chegar a esse espaço entre linhas do Santa Clara. Acabamos por os encontrar. Sabíamos que com o decorrer da segunda parte o jogo iria cair mais para o nosso lado e iríamos conseguir criar condições para fazer o golo. Nunca podíamos era perder o rigor e a organização defensiva. Quero dar uma palavra aos meus jogadores, acima de tudo, pela inteligência emocional porque jogar aqui é muito difícil”.

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