Recorde as incidências da partida
Filipe Coelho (treinador do Casa Pia):
“É um sentimento enorme de frustração. Demos continuidade à qualidade que demonstrámos na Amoreira e ao trabalho que fizemos neste período de paragem. A equipa apresentou-se muito bem.
O plano depois acaba por cair um pouco por terra com a expulsão, mas não cai por terra imediatamente após a expulsão, porque reagimos bem. Apresentámo-nos muito bem, acho que até continuamos a dominar o jogo nos 10, 15 minutos seguintes à expulsão do David (Sousa).
É um sentimento de frustração grande, mas ao mesmo tempo de aprendizagem. Não é de dever cumprido em termos de resultado, porque vamos para casa de bolsos vazios, mas é um sentimento de continuidade no crescimento da equipa.
Custa-me dar os parabéns quando não tiramos nada do jogo em termos pontuais, mas como somos um clube que está a construir-se num modelo assente no desenvolvimento da equipa e dos seus jogadores, sabemos que as coisas vão ser mais consistentes em termos de resultados mais à frente”.
Petit (treinador do Santa Clara):
“É uma vitória sofrida. Não digamos justa, embora para quem ganhe seja sempre justa, mas um empate se calhar seria melhor para as duas equipas.
O segredo está no trabalho, na alegria e na paixão que estes jogadores têm em vir treinar, em trabalhar e serem melhores a cada dia que passa. Por isso, estamos satisfeitos com esta vitória que dá seguimento ao trabalho.
O nosso objetivo é trabalhar todos os dias, sermos melhores e preparar cada jogo como se fosse o último, com os jogadores a acreditarem que tudo é possível.
É possível olhar nos olhos das equipas adversárias, sempre a disputar os três pontos. O nosso principal objetivo para o Santa Clara é sempre a manutenção, um futebol positivo, valorização dos seus ativos, e depois logo se verá a posição em que acabamos. O mais importante é conseguirmos segurar este terceiro lugar em que estamos e até nos deixarem estar”.

