Recorde aqui as incidências do encontro
João Nuno (treinador do Estrela da Amadora):
“Passámos por uma transformação enorme na equipa, mas temos muita vontade e a resposta foi dada hoje. Foi talvez a nossa melhor exibição da época. Cumprimos o plano do primeiro ao último minuto, fizemos 24 remates e tivemos várias oportunidades além dos quatro golos. Permitimos muito pouco ao Casa Pia, é incontestável e temos de manter a energia.
Nada está feito e há muitos pontos para disputar. A equipa está melhor, fizemos quase uma pré-época em movimento e agora vamos com toda a certeza fazer uma grande parte final de temporada.
Foi melhor até do que estava à espera. Estivemos muito ligados o tempo todo e podíamos ter feito mais golos hoje. Só vale três pontos, temos de manter os pés no chão e o ritmo que tivemos hoje. Falou-se muito dos últimos jogos, mas o Estrela da Amadora perdeu vários jogadores fundamentais na equipa. Eu sou o mesmo, sei bem de onde vim e acredito muito no que faço. A resposta foi dada hoje.
Com o Kikas cá, o Rodrigo Pinho não estava a jogar tanto. A partir do momento em que surgiu a oportunidade de jogar, está a atravessar um bom momento e está confiante. O Marcus é muito a parte mental, nem ele percebe o talento todo que tem. Tem de ser muito mais consistente. No entanto, houve muito mais exibições fantásticas no campo. Estava a ser um prazer ver a equipa jogar. Estou muito satisfeito com todo o plantel”.
Leia aqui a crónica e veja os golos
Álvaro Pacheco (treinador do Casa Pia):
“Reconhecemos claramente que hoje o Estrela da Amadora foi melhor do que nós. Sabíamos que ia ser um jogo muito de confronto, e ritmado, entre duas equipas a necessitar de pontuar para sair do fundo da tabela.
O Estrela da Amadora é muito agressivo e pragmático. Quando o adversário tem bola, é muito agressivo na pressão. Fizemos tudo ao contrário do que planeámos e o Estrela da Amadora é um vencedor mais do que justo.
Hoje, foi uma vergonha, não estivemos bem, mas temos de olhar para o pacote todo. Às vezes, acontece e todas as equipas têm um momento de apagão coletivo, em que não são capazes de reagir. É culpa minha, pois não fui capaz de alertar e treinar. É uma reflexão a fazer para, da próxima vez, isto não voltar a acontecer”.
