Siga o Nacional - Estrela da Amadora com o Flashscore
“É uma liga competitiva, com quatro equipas top a nível europeu, como Sporting, SC Braga, Benfica e FC Porto. Acho que é uma das ligas mais excitantes e, neste momento, o melhor parâmetro para crescer nos próximos anos”, caracterizou, elogioso, o agora líder da administração dos tricolores, perante os jornalistas, alguns dirigentes da SAD estrelista e também o treinador da equipa principal de futebol, Pepa.
Johannes Mösmang, que foi anunciado no início da semana como presidente da SAD do Estrela da Amadora, apresentou os futebolistas Thomas Müller, Yann Sommer, Lucas Hernández e Mats Hummels, acionistas que fazem parte do consórcio detentor de 90% da SAD amadorense, como “supervisory board” do emblema da Reboleira, destacando que tal será aproveitado como um trunfo no presente e futuro.
“Acho que os méritos destes jogadores falam por si mesmos, mas, sobretudo, quando se jogou todo este tempo ao nível que eles jogaram, a sua sabedoria e conhecimento de futebol são extraordinários. Queremos aproveitar essa experiência para nós, que eles conheçam os jogadores, deem opiniões e ajudem alguns jogadores a vir para o Estrela. É uma simbiose com que eles podem dar os seus primeiros passos fora do contexto de jogadores de futebol”, antecipou o empresário alemão de 35 anos, expressando-se em português fluente.
Mösmang, que trabalhou como diretor no Bayern Munique e desenvolveu carreira como futebolista nas camadas jovens, ocupará o cargo desempenhado por Paulo Lopo, que deixará o comando da SAD e, para já, mantém-se como presidente da direção do clube da Reboleira.
A operação envolveu o pagamento de uma verba a rondar os 40 milhões de euros, num negócio que consumou a aquisição de 90% do capital social da Sociedade Anónima Desportiva (SAD) do Estrela da Amadora ao consórcio constituído pelo grupo de investimento KI Group, de origem germânica, e as empresas de investimento ADvantage e LEAD, lideradas pelos empresários Adi Dassler, Jeremy Pressman e ainda Alexander Bente.
Os restantes 10% do capital social mantêm-se na posse do clube, respeitando a legislação aplicada à criação e exercício de SAD em Portugal.

